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Foz d'Égua

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Lembro-me quando há uns anos, não muitos, vi pela primeira vez uma fotografia com uma pequena casa de xisto, ladeada por duas pontes de pedra...... Foi como se uma ilustração de um conto de fadas tivesse ganho vida.

 

"Foz d'Égua - Arganil", dizia a legenda. Mas até duvidei que fosse mesmo em Portugal... Nunca tinha visto, nem ouvido falar... Mas era... E desde aí que fiquei com vontade de por lá passar.

 

Quando há umas semanas decidi ir dar uma volta para fora de Lisboa, foi essa imagem que primeiro me veio à memória... A casa de xisto, ladeada por duas pontes de pedra...

 

A partir de Piodão, onde cheguei ao fim da tarde, o caminho até Foz d'Égua pode ser feito a pé, numa caminhada de cerca de 5 km, ou de carro, por estradas estreitas e sinuosas, mas em bom estado. Escolhi a segunda opção. Não era uma caminhada que quisesse arriscar fazer de noite...

 

Chegando a  Foz d'Égua, existe um pequeno parte de estacionamento, mas apenas lá estava o carro de um casal que aproveitava os últimos raios de Sol, na pequena praia fluvial. A ribeira tinha pouco caudal, e a ponte suspensa estava interdita, o que diminuiu o potencial fotográfico do cenário, mas a verdade é que o sítio parece tão mágico ao vivo como naquelas primeiras fotografias que vi.

 

Espero que agora, com estas fotos, desperte em alguém a vontade de visitar Foz d'Égua.

 

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Um Saltinho à Arrábida

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Olhando para estas fotos, não é difícil imaginar como deve ser incrível a sensação de saltar desta rampa, de parapente ou asa delta, neste que é um dos dois locais da Serra da Arrábida com autorização para a prática destes desportos.

 

E se um voo desta encosta é suficiente para provocar uma injecção de adrenalina, estar tranquilamente a contemplar esta paisagem, enquanto o Sol se ergue no horizonte, é sem dúvida muito relaxante.

 

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O Fotógrafo e a Raposa

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Andava eu a rever umas fotografias de Boston, que tirei em 2010, quando ao olhar para esta panorâmica, por mero acaso, reparei no que me pareceu ser um animal. Num cais. No meio do rio. Em pleno centro da cidade. 

 

- É um cão - pensei? Fiz zoom... e não, acho que não! Parece-me mesmo uma raposa, a julgar pela cauda! 

 

- O que faz uma raposa em pleno centro da cidade, no meio do rio Charles? - perguntam vocês? Pois. Também não faço ideia... 

 

Mas que tem piada, tem. Tal como o facto de uma fotografia ainda nos poder surpreender, mesmo que sete anos depois de ter sido tirada!

 

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O Cabo Espichel

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Quando escrevi o post sobre Alfama, a Joana, dona do Quiosque, ficou em choque, quando numa curta conversa nos comentários, percebeu que eu mal conhecia Cascais . As sugestões que ela me deu na altura, de sítios para fotografar na zona, despertaram a minha curiosidade. Investiguei, e descobri o Farol de Santa Marta, que acabei por visitar umas semanas mais tarde.

 

As fotos desse dia, continuam a ser das que mais gostei de tirar...

 

O que nos trás ao post de hoje.

 

Foi numa conversa sobre lugares que eu ainda não tinha visitado, que a Joana me falou do Cabo Espichel. Mais uma vez ficou surpreendida (chocada até!), por eu nunca lá ter ido. 

 

Claro que eu já tinha visto uma fotografia ou outra. Encostas a pique, um farol e um templo religioso meio abandonado. Mas não sabia muito mais.

 

A Joana assegurou-me que era uma das paisagens mais bonitas que conhece (Nestas coisas há que acreditar na Joana. Como avião honorário, é uma pessoa muito viajada. E por isso sabe do que fala ).

 

A ideia ficou. Mas por isto ou por aquilo foi sendo adiada. Até um destes fins-de-semana, em que o final de dia prometia ser perfeito para fotografar. Nuvens "dramáticas", daquelas a fazer prever um pôr do Sol memorável. Lembrei-me dessas conversas, e decidi ir finalmente até ao Cabo Espichel.

 

E claro, a Joana tinha razão. A paisagem é lindíssima, a Igreja de Nossa Senhora do Cabo e a Ermida da Memória dão uma aura quase mágica ao cenário, pontuado ao longe pelo farol.

 

Valeu bem a pena o desvio de duas horas, no caminho para casa. Acho que agora, são estas as minhas preferidas!  

 

Eu sei que as expectativas estavam altas, depois das fotos de Cascais... Mas parece-me que a Joana vai gostar! 

 

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Sintra - O Palácio da Pena

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E quando uma pessoa quer fotografar, e em vez de um turista ninja, há centenas?

 

Para quem não leu o meu último post, o turista ninja é uma espécie cada vez mais comum em Portugal. Aquele turista que parece que está escondido atrás de um arbusto, pronto para saltar para a frente da objectiva dos fotógrafos mais incautos.

 

Isto para dizer, que é um enorme desafio fotografar o Palácio da Pena. Assim que atravessei os portões, parecia que tinha entrado num parque de diversões, tal a quantidade impressionante de gente. Devo ter ouvido uma boa dúzia de línguas diferentes, nenhuma delas português. É bom para a economia, mau para as minhas fotos. Para onde quer que me virasse, tinha alguém a estragar o enquadramento. Ou se não tinha, assim que me preparava... lá está... aparecia um ninja. 

 

Ainda consegui algumas fotos em que só tinha uma ou duas pessoas, no sítio em que as queria. Mas foi preciso muita paciência para cada uma delas.

 

Nesta caminhada por Sintra, tinha planeado apenas ir ao Castelo dos Mouros. Mas quanto mais quilómetros percorria, maior era a vontade de continuar o passeio. Foi assim que após a descida do castelo, me vi a percorrer o curto caminho até à entrada do Palácio Nacional da Pena. Foi uma óptima decisão, apesar de tudo. Há anos que não fazia esta visita, e gostei de revisitar um dos palácios mais belos e originais do mundo. Mesmo com os ninjas e as filas que se formam para percorrer as estreitas divisões.

 

Mais tranquilo é o parque que circunda o palácio. Cheio de recantos, lagos e pequenos edifícios ao estilo romântico. Perfeito para relaxar e recarregar energias antes da caminhada de regresso...

 

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Sintra - O Castelo dos Mouros

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Seguindo o trilho que sobe a encosta, desde a Vila Sasseti, chega-se à Tapada dos Bichos. Daí ao Castelo dos Mouros são poucas dezenas de metros. O bilhete, para o castelo e para os outros monumentos de Sintra, pode ser comprado logo nesta zona onde se cruzam os dois caminhos, ou mais acima, à entrada do castelo.

 

A última vez que visitei o Castelo dos Mouros foi em 1995 ou 1996. Não sei precisar a data, mas lembro-me bem que quando subia umas das muralhas, dei de caras com Michel Preud'Homme, um dos grandes guarda redes que passaram pelo futebol nacional. Ainda tenho o autógrafo dele. Com decoração a condizer e tudo .

 

Do castelo dos anos 90 de pouco me lembro, à excepção desse episódio, que ainda envolveu  Preud'Homme a tropeçar e cair aos meus pés, e o meu pai a ajudá-lo a levantar-se. Percebe-se. A emoção de conhecer o pequeno Farinha foi demasiada e tremeram-lhe as pernas. Como se vê acontece aos melhores! 

 

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Já o castelo de 2017, é um espaço muito bem preservado, fruto das acções de recuperação desenvolvidas aos longo dos últimos anos. A zona de serviços, com uma loja, bilheteira e café, é um bom exemplo deste trabalho, estando perfeitamente integrada na paisagem envolvente, com uma arquitectura moderna, mas ao mesmo tempo discreta.

 

Percorrer as muralhas do castelo, cujas origens remontam ao século X, é como fazer uma viagem no tempo, cada pedra cheia de história. Junte-se isso a uma vista deslumbrante, e é fácil perceber como esta é uma visita imperdível.

 

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Mais informações no site dos Parques de Sintra

 

 

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