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Estação de Metro do Bolhão

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Mesmo ao lado da Capela das Almas, fica a estação de metro do Bolhão. Com esta vizinhança, este seria um desafio para qualquer arquitecto. Mas claro que Eduardo Souto Moura, que desenhou as estações do Metro do Porto, não é um arquitecto qualquer e o resultado é um casamento perfeito com envolvente. As linhas são simples mas marcantes e a estação destaca-se sem destoar. Basta ver a opção tomada no revestimento da fachada. Os azulejos criam continuidade com a igreja, ao mesmo tempo que a predominância do branco não lhe rouba protagonismo.

 

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A Capela das Almas

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No Porto não faltam igrejas altamente fotogénicas. Sobretudo pelo hábito, pouco comum no sul do país, de revistir as fachadas a azulejos. Curiosamente, a mais impressionante de todas pertence a uma das igrejas mais pequenas da cidade.

 

É mais ou menos a meio da rua de Santa Catarina, muito perto do mercado do Bolhão, que fica a Capela das Almas. A traça é simples e as dimensões não impressionam por aí além, mas aquele azul tão vibrante tem o impacto de uma catedral. Sobretudo no enorme painel lateral, que mostra episódios da vida de São Francisco de Assis e de Santa Catarina.

 

Quando se tem uma cena destas à frente, não é preciso muito esforço para fazer boas fotos. E estas são das minhas preferidas, das que tirei neste saltinho à invicta.

 

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O novo conto da Catarina (do blog Idem, Aspas)

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Há uns tempos tive o enorme prazer de ver a Catarina, do blog "Idem, Aspas", escrever um conto maravilhoso inspirado por esta foto.

 

Quem conhece o blog já sabe que esta rapariga não pára e talento não lhe falta. E não é que decidiu voltar a esta foto, agora de uma nova perspectiva? Se estão curiosos leiam aqui o novo conto da Catarina. Se não estão... deviam  ler à mesma. Vão ver que dão o tempo por bem empregue!

 

Obrigado, Catarina.

Qual peça de xadrez num jogo tresloucado

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 Se existem câmaras de segurança no terraço da Casa da Música, os seguranças ainda hoje se devem estar a rir com as figuras que por lá andei a fazer para tirar esta foto.


Eu explico - Subi ao sétimo piso da Casa da Música, que permite o acesso ao fotogénico terraço. Já o tinha visto em fotos, no dia anterior, e já sabia a foto que queria. A ideia era apanhar uma pessoa naquele ponto para que convergem as linhas criadas pelo arquitecto Rem Koolhaas.


Assim que cheguei, percebi que não ia acontecer. Não estava ninguém no terraço e o restaurante, mesmo ao lado, estava completamente vazio. Pousar a máquina fotográfica no chão não era opção. Ia perder o efeito criado pelo padrão de azulejos do chão. Tirei a foto possível e voltei para trás, derrotado. E então, pelo canto do olho, vi um cinzeiro. Um daqueles baldes metálicos ou, como lhe passei a chamar carinhosamente, o meu tripé. E assim começou a cena, digna de um filme do Charlot.

Então era ver-me a passear o cinzeiro para trás, para a frente e para o lado, qual peça de xadrez num jogo tresloucado. Colocar o temporizador na máquina e correr para a posição. Claro que não ficava bem à primeira, nem à segunda, nem à terceira. E então ia tentando, até ficar no ponto certo. Ou até eu parecer uma pessoa com um andar normal, o que claramente não acontece em todas estas fotos.

 

Várias tentativas depois, graças ao meu tripé improvisado, lá fiquei minimamente satisfeito com algumas das tentativas. E tenho de admitir, até teve muito mais piada assim!

 

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O Museu Arqueológico do Carmo

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Este ano decidi que ia ser mais vezes turista na "minha" cidade. Passeio muitas vezes pelas ruas de Lisboa, mas entre quatro paredes há muito para ver. Exposições, museus ou palácios, há muito para descobrir com calma, por quem tipicamente vive a cidade em permanente correria. Comecei pela Sé, como podem ler neste post. Há algumas semanas visitei outro monumento por onde já passei dezenas de vezes, o Museu Arqueológico do Carmo.

 

Quando ali entrei não pude deixar de contemplar aquele espaço, em silêncio, e lembrar-me do que estas paredes simbolizam. Mais que um museu, são também uma espécie de monumento ao terramoto de 1755. Uma ferida que ainda hoje permanece aberta no coração da cidade. Até porque naquela manhã em que a terra tremeu, era feriado, o dia de Todos-os-Santos. Uma coincidência particularmente infeliz, já que por toda a cidade milhares de velas foram acesas em celebração e as igrejas estavam cheias. O terramoto e o incêndio que se seguiu deixaram a igreja praticamente destruída. O que restou permite, ainda hoje, adivinhar um dos templos mais imponentes da cidade e não deixa de ser estranho que um espaço com esta carga dramática funcione como o átrio principal de um museu. Em todo o perímetro estão expostas peças de várias épocas, recolhidas em vários pontes da cidade ao longo dos anos. Ao fundo, onde seriam o altar-mor e as capelas, existe uma zona fechada, repleta de artefactos arqueológicos, que vão da pré-história à época moderna. Entre ferramentas de sílex, azulejos e túmulos, até duas múmias peruanas se podem descobrir.

 

É um espaço difícil de descrever e catalogar. A mistura de estilos, épocas e as contradições do próprio espaço, fazem do Museu Arqueológico do Carmo um dos locais mais curiosos da cidade.

 

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Se não estou em erro, a entrada custou 4,5€ e a visita pode ser feita nos seguintes horários:

 

De Segunda-feira a Sábado - 10h00 às 18h00
(De 01 de Outubro a 31 de Maio)

De Segunda-feira a Sábado - 10h00 às 19h00
(De 01 de Junho a 30 de Setembro)

Encerrado: Domingo, Natal, Ano Novo e 1º de Maio

 

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A magia da Livraria Lello & Irmão

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Já sabia que a livraria Lello se tinha tornado muito concorrida nos últimos anos, mas admito que não estava preparado para as filas que encontrei. Na minha inocência, pensei que chegando antes da hora de abertura não estaria muita gente. Foi ingénuo da minha parte, eu sei. Às 9h40m já esperavam umas boas dezenas de pessoas, divididas por duas filas. Uma para entrar na loja, outra para comprar bilhetes, duas portas mais acima. 

 

Segundo me explicou uma funcionária com quem estive à conversa, a culpa deste fenómeno é do Harry Potter. Parece que foi esta livraria a inspirar J.K Rowling a escrever sobre o mundo mágico de Hogwarts. Pois... tudo muito bonito, mas depois uma pessoa quer tirar fotos e sente falta de uma varinha mágica. Porque para tirar fotografias decentes da Lello e Irmão quase que só por magia...

 

Mal se abrem as portas, começa a “luta” por uma foto da icónica escadaria. Apanhá-la desimpedida é um jogo de enorme paciência. Para complicar, queria ter uma pessoa no enquadramento. Só uma e não as dezenas que a cada minuto sobem, descem e fazem poses para as selfies. Depois de muita espera, alguma ginástica, e frustração com quem se atirava para o enquadramento no pior segundo possível, lá consegui apanhar a escada quase desimpedida. Só mesmo por um segundo. Assim que capturei este momento, as escadas voltaram a encher-se. Pode-se dizer que tive sorte. Ou será que foi magia?

 

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O bilhete para entrar na livraria custa 4,5€. No entanto este valor é descontado em qualquer compra que façam no interior. No meu caso, aproveitei para comprar um livro que ando curioso para ler já há algum tempo, Homens Imprudentemente Poéticos, de Valter Hugo Mãe.

 

Boa semana!

 

 

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