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Legos na cozinha

Adoro café. Bebo todos os dias. Nunca junto açucar, mas às vezes sabe-me ainda melhor se o acompanhar de uma bolacha ou biscoito. Tão bom, esse contraste entre o doce e o amargo.

 

Andava à procura de alguma coisa doce, que acompanhasse bem o café, mas que fosse mais saudável que as bolachas de pacote que por aí se compram. Encontrei esta receita do blog Quiosque da Joana e decido experimentar.

 

Parecia simples de fazer... Mas achei que precisava de ajuda. Gosto de cozinhar, mas doces nunca foram o meu forte. Recrutei os meus ajudantes habituais. Já me tinham dado uma ajuda preciosa no meu post sobre alimentação. E até nos preparativos para o Natal.

 

E deitámos mãos à obra.

 

Começámos por triturar uns quadrados de chocolate preto...

 

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Juntámos açúcar de côco à farinha de amêndoa e ao chocolate já triturado.

 

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Batemos dois ovos, juntamente com óleo de côco.

 

Misturámos tudo e amassámos. Dividimos em porções, que colocámos num tabuleiro, coberto com papel vegetal.

 

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Depois de sair do forno... Ficaram assim... Deliciosas! 

 

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E sim, ficou tão bom como parece. O mérito esse... vai para os meus ajudantes, claro.

 

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Os turistas atléticos

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Queixam-se do número de turistas que por esta altura enchem a cidade de Lisboa. Mas eu vou falar de algo que me preocupa ainda mais que a quantidade de pessoas que nos visitam. Afinal adoro Lisboa, não posso levar a mal que outros também a queiram visitar.

 

O que inquieta é a qualidade do turista moderno. Agora percebo como apareceu, há uns tempos, aquele tal turista ninja se materializou à minha frente, vindo sabe-se lá de onde.

 

Os viajantes que hoje chegam até nós são atléticos, preparados para tudo. Até trepam paredes e fazem piruetas no meio das ruas. São autênticos ginastas.

 

E disto ninguém fala. E as minhas fotos senhores? Será que vou continuar a conseguir tirar fotos com enquadramento desimpedido, quando um exército de acrobáticos visitantes se abate sobre nós?

 

 

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Correr em Setúbal

Vivi em Setúbal até aos meus vinte e tal anos. Continuo a ir até lá frequentemente, claro, afinal é onde continua a morar minha família mais próxima, mas muitas vezes são quase visitas de médico. Este fim-de-semana acabei por ficar mais tempo e dormi lá de Sábado para Domingo. Como já sabia que ia ser assim, quando saí de casa Sábado à tarde, guardei o equipamento de corrida na mala.

 

Uma das coisas que mais tenho saudades da cidade de Setúbal é de correr à beira rio. Tão bom sentir a brisa fresca que vem do rio, passar pelos barcos de pesca atracados na doca, pelas pequenas praias e jardins, até ao Parque Urbano de Albarquel, sempre com a Arrábida em fundo.

 

Sim, em Almada também há rio, mas não é a mesma coisa... Até porque se for correr para o Ginjal, ainda me cai uma parede de uma fábrica abandonada em cima...

 

Além disso, foi junto ao Sado que comecei a fotografar, entusiasmado com o meu novo passatempo. Tenho tantas, mas tantas fotos, quase todas muito más, mas quase todas muito boas. Aprendi imenso com elas.

 

Foi também assim que nasceu este post, enquanto corria este Domingo, e me ia lembrando das fotos que por ali fui tirando ao longo dos anos.

 

Ainda nem eram 9h da manhã, mas já se sentia o calor, e com calor a corrida custa sempre mais. Não fazia mal. Estava em Setúbal e isto é um bocado como nos jogos de futebol. Quando se corre em casa, é sempre muito mais fácil.

 

(As fotos foram tiradas entre 2008 e 2009)

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Quando o mal espreita

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Ia a descer por uma estreita quelha de pedras gastas, a caminho da aldeia de Piodão. Ao fundo, existem umas pequenas casas de pedra, onde é guardado algum do gado comunitário da aldeia. Já por lá tinha passado no dia anterior, mas os animais estavam trancados. Mas naquele fatídico dia a história seria outra. As portas estavam abertas. Algumas ovelhas tinham ido à sua vida. Ovelhar por aqueles socalcos fora, mas algumas ficaram. E achei que dava uma foto gira. Tirei primeiro a foto acima. Não gostei muito. Mas algo não estava bem... E não, não estou só a falar das fotos.

 

Sentia-me observado... Aquele desconforto que descrevem nos filmes de terror, antes de alguma coisa saltar para o ecrã. 

 

Hesitei... e virei-me... 

 

Oh! O horror! 

 

Uma cabra (ou uma ovelha tosquiada???) olhava para mim. Imóvel.

 

Sem expressão. Sem pestanejar. Sem se mexer. Sem respirar sequer. 

 

E assim ficou. Minutos, talvez. Pareceram horas.

 

Eu retribuía o olhar gélido. Tentava parecer forte, sem conseguir escapar ao julgo hipnótico da besta.

 

Paralisado de terror, tentei mexer-me. Não podia fraquejar! 

 

A custo, fiz a única pessoa que qualquer pessoa sã, faria na minha posição ... 

 

Click!

 

Tirei uma foto! 

 

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Nenhum animal foi magoado na realização desta foto. 

 

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