Duas fotografias do Fitz Roy, tiradas na caminhada de volta a El Chaltén.
Não tinham entrado no respectivo post, porque esse já ia longo. Aparecem agora fora de ordem, enquanto não tenho tempo para escrever o texto sobre a próxima etapa da aventura - a visita às baleias.
Podem seguir as minhas fotos no Instagram, no Facebook ou subscrever os post por email, no fundo da página.
No caminho para Punta Tombo, feito de carro, reparámos em alguns pares de olhos, que espreitavam curiosos sobre os arbustos. Era um pequeno grupo de Guanacos, animais tímidos, e como tal, difíceis de observar.
Saí do carro, devagar, tirei a máquina da mochila, e comecei a fotografar. Só duas ou três fotos. Assim que me aproximei um pouco mais, a timidez venceu, e os Guanacos fugiram, em debandada.
Podem seguir as minhas fotos no Instagram, no Facebook ou subscrever os post por email, no fundo da página.
Assim sendo, hoje vamos até bem mais perto, ao Elevador da Bica, um dos locais mais fotografados de Lisboa. Até já tinha publicado algumas fotos aqui no blog, bem como um texto sobre esse assunto.
Mesmo assim, este Sábado decidi voltar. Foi o primeiro passeio fotográfico mais a sério do ano (sim, só agora ). E nada como voltar a um sítio que sendo familiar, é também um desafio.
Podem seguir as minhas fotos no Instagram, no Facebook ou subscrever os post por email, no fundo da página.
Continua a série dedicada à minha viagem à Argentina, em Outubro de 2015. Depois de Buenos Aires, El Calafate, o glaciar Perito Moreno e El Chaltén, hoje vamos visitar a maior colónia de pinguins da América do Sul. O vídeo que fiz de toda esta aventura, pode ser visto aqui.
Depois de uma viagem de carro de cerca de duas horas, a partir da cidade de Trelew, chegámos à península de Punta Tombo. Nesta reserva natural não existem vedações, para que os pinguins possam circular livremente - afinal isto não é um zoo, é o seu habitat natural. E se as pessoas devem ter o bom senso de não entrar nas áreas proibidas, apenas delimitadas por cordas à altura da cintura. O mesmo não se pode dizer dos pinguins mais destemidos, que chegam a circular no meio dos turistas, para atalhar caminho .
Centro de Interpretatión de los Pingüinos
À entrada da reserva encontra-se um museu, que introduz os visitantes aos hábitos de vida destas simpáticas aves, esforços na conservação da espécie, e à fauna e flora desta região da Patagónia.
A arquitectura do centro de interpetação está muito bem conseguida. Perfeitamente integrada na paisagem árida e quase despida de vegetação, ao mesmo tempo que consegue ter uma identidade própria e marcante.
Passear com os pinguins
Saindo do museu, entra-se na reserva propriamente dita, num percurso até ao mar. Pelo caminho, vemos os pinguins no seu dia a dia. A dormir, a comer, e a entrar no mar em busca de comida.
Uma surpresa para mim, foi que os pinguins fazem tocas, pouco fundas, onde preparam os ninhos durante a época de reprodução, para mais tarde aí porem os seus ovos. A viagem foi em Outubro, e alguns dos ninhos já tinham ovos. Pena que as crias só tenham começado a nascer um pouco mais tarde. Mas vi uma baleia bebé no dia seguinte, por isso nem tudo foi azar, no que toca a bebés, nesta viagem .
Outra coisa que aprendi sobre pinguins - são animais que lidam muito bem com a fama. Estão-se completamente a borrifar para o entusiasmo das pessoas à sua volta. Objectivas não os intimidam, nem que estejam a poucos centímetros de distância. Continuam na sua vida. Que assim à primeira vista, até nem parece muito atarefada, diga-se.
Mais uma experiência única, numa viagem que foi memorável quase todos os dias!
No post de ontem, falei desta foto que se segue, e da escala impressionante da montanha.
Além da pessoa que aparece, qual formiga, na parte de inferior da imagem, se pudessem ver a fotografia na resolução máxima, iam também conseguir ver uns pontinhos minúsculos - mesmo, mesmo minúsculos - lá em cima, a meio da encosta.
Ora esses mesmos pontinhos chamaram-me à atenção, enquanto tirava esta foto, com o telemóvel. Sobretudo porque se estavam a mexer. Então troquei para a máquina fotográfica, fiz zoom ao máximo e... vejam por vocês mesmos. É que neste caso, quatro imagens, valem mesmo mais que mil palavras.
Podem seguir as minhas fotos no Instagram, no Facebook ou subscrever os post por email, no fundo da página.