Decidi experimentar o Pokémon Go, já que não se fala de outra coisa. Mal abri o jogo, apareceu-me este pokémon, que não me lembro de ver na série de animação. Talvez seja raro?
Deu também para perceber que não sou grande coisa como treinador de pokémons, porque por mais que tente atirar-lhe com a pokébola, não a consigo apanhar.
Como parece que vai ficar por cá, chamei-a de Haruki, como o escritor japonês, embora ela seja uma gata. E não se deixem enganar por este ar adorável. O plano dela para se tornar dona e senhora desta casa já está em marcha.
Não tenho fotos da selecção, pelo que, à falta de melhor, publico estas, já de há alguns anos. E já que a Torre Eiffel não foi iluminada com as cores de Portugal, as fotos ficam a preto e branco. A propósito e de propósito...
Quem segue este blog, já percebeu que a arquitectura e paisagem urbana são de longe meus motivos preferidos para fotografar. Mas embora raramente isso se perceba pelo que publico aqui no blog, também gosto de sair dessa zona de conforto. Às vezes porque decido experimentar alguma coisa diferente, outras porque os meus amigos, quem sabe senão possuidos por algum tipo de loucura, ou demasiado confiantes nas minhas capacidades de fotógrafo, me pedem para captar momentos marcantes nas suas vidas.
Foi o caso deste casal meu amigo, que me pediu para fazer uma sessão fotográfica para os seus convites de casamento. Mais do que sentir responsabilidade, é sempre um grande orgulho poder participar num momento tão importante na vida de alguém de quem gostamos.
Nestes casos, a preocupação é sempre fazer algo que reflita a personalidade de quem está a ser fotografado. Tem de ser o fotógrafo a conseguir captar o que as pessoas são, sem forçar um estilo que não se enquadre.
Neste caso, a sessão ocorreu em dois dias diferentes, como se percebe pela diferença na luz. As preocupações, essas, foram as mesmas em ambos. Captar a cumplicidade existente, escolher planos de fundo simples, sem elementos que desviassem demasiado a atenção.