Nunca subi no Elevador de Santa Justa, mas descobri recentemente o que se calhar é óbvio para muitos Lisboetas. É possível andar livremente na passagem aérea que passa sobre a rua do Carmo e liga o elevador ao Convento do Carmo. É uma visita que recomendo, sobretudo agora que o terraços dos Carmo foram finalmente concluídos e abertos ao público.
Mais informações, sobre o centenário elevador em ferro fundido, podem ser consultadas no site da Carris.
A luz está espectacular. O céu exactamente como queriamos. E até aparecem pessoas, que ainda por cima ficam paradas o tempo suficiente para ficarem nítidas durante uma longa exposição.
E alguém se lembra de estacionar a carrinha mais horrível da história, onde não deve. Ninguém me tira da cabeça que isto foi propositado. Uma conspiração para me tramar.
E claro que uma hora depois, já com o Sol alto no horizonte, a carrinha já lá não estava...
Mais a sério, desde a inauguração da nova sede da EDP em Santos, que o ando a tentar fotografar decentemente, e ainda não o consegui. Fotografia de arquitectura é onde recaem as minhas preferências fotográficas, e este edifício da dupla de arquitectos Aires Mateus é um dos melhores exemplos recentes da qualidade da arquitectura portuguesa.
Ainda não foi desta! Esperemos que da próxima tenha mais sorte.
Tenho boas recordações de Bruxelas. Dos amigos que lá tenho a viver. Dos museus, do convívio ao fim do dia. Dos parques, jardins e praças cheios de gente. Das festas às quintas-feiras na praça do Luxemburgo.
É uma cidade cheia de vida. De animação. Uma cidade cheia de cultura e de culturas.
Na Herdade da Mourisca já existiu, noutros tempos, um porto palafítico, à semelhança do famoso porto da Carrasqueira.
Aquando da recuperação do moinho de maré o porto foi reconstruído, num estilo mais moderno. No entanto ainda resta um pequeno cais, que se pode ver nestas fotos, bem como algumas estacas soltas, que teimosamente continuam a espreitar sobre a água.
Já há algum tempo que queria ir fotografar o viatuto da Galp, junto às Torres de Lisboa. Como esta segunda-feira precisava de levar o carro para Lisboa, levantei-me um pouco mais cedo e lá fui eu, munido de máquina e tripé.
As fotos desta primeira galeria (de 4 fotos), são as que tirei com o tripé. Usei o modo de exposição manual, com uma abertura pequena de f/11 e tempos de exposição entre 1 e 4 segundos.
Este segundo conjunto de (três) fotos já foi tirado sem o tripé. Tal como na foto do início deste post, o que mais me chamou à atenção foi o Sol, que ao nascer iluminou a ponte, realçando a sua forte cor laranja.
Vou ter de lá voltar um dia destes (não tão cedo, porque tenho dias em que também gosto de dormir), já que nas fotos com tripé, não consegui bem o efeito que queria, sobretudo a obter o arrasto das luzes dos carros. Além disso estive imenso tempo à espera de pessoas que passassem na ponte, e durante todo esse tempo, só passou uma (que aparece na primeira e na última foto deste post).
P.S. Este post não é patrocinado pela Galp, mas se me quiserem oferecer uns litros de gasolina pela publicidade, estou completamente disponível :)
Sábado de manhã saí de casa com o objectivo de ir a Lisboa fotografar a sede da EDP, em Santos. Devido a um pequeno contratempo com o meu carro acabei por não conseguir apanhar o barco a tempo, pelo que fiquei ali perto de casa. Estas foram duas das fotos que tirei, no meu passeio por Cacilhas.