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João Freitas Farinha - Fotografia

João Freitas Farinha - Fotografia

O Fotógrafo e a Raposa

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Andava eu a rever umas fotografias de Boston, que tirei em 2010, quando ao olhar para esta panorâmica, por mero acaso, reparei no que me pareceu ser um animal. Num cais. No meio do rio. Em pleno centro da cidade. 

 

- É um cão - pensei? Fiz zoom... e não, acho que não! Parece-me mesmo uma raposa, a julgar pela cauda! 

 

- O que faz uma raposa em pleno centro da cidade, no meio do rio Charles? - perguntam vocês? Pois. Também não faço ideia... 

 

Mas que tem piada, tem. Tal como o facto de uma fotografia ainda nos poder surpreender, mesmo que sete anos depois de ter sido tirada!

 

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Buenos Aires - A Cidade

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Este post é o primeiro de uma série dedicada à minha viagem à Argentina, no ano passado. Tal como os próximos, este será dedicado a Buenos Aires, mas a viagem levar-nos-á ao glaciar Perito Moreno, a El Chaltén, meca do montanhismo, a Ushuaia, a cidade mais a sul do mundo, e numa visita às baleias e pinguins, em Punta Tombo. O vídeo que fiz desta aventura, e que mostra tudo isto, pode ser visto aqui.

 

Buenos Aires - O primeiro dia e impressões da cidade

 

Cheguei ao apartamento onde iria ficar nos próximos três dias, eram 6 da manhã. O silêncio da cidade ainda adormecida, os passos sonolentos, de quem me veio abrir a porta, um dos meus amigos que tinham chegado na véspera, diziam-me que ainda não era tempo para aventuras. Tentei dormir... Afinal tinham passado 17 horas desde que tinha entrado no aeroporto em Lisboa. Mas como, quando se tem uma nova cidade lá fora, à nossa espera?

 

Há sítios que nos cativam desde o primeiro momento, e este foi assim. A energia electrizante nas ruas, nas pessoas, fez-me esquecer completamente o cansaço da viagem (ou seria só em mim, com o entusiasmo de estar a descobrir uma cidade tão vibrante?).

 
Inicialmente surpreendeu-me como a capital Argentina me pareceu uma cidade tão familiar. Tão europeia na sua arquitectura. E até em pequenos detalhes, como os argentinos dizerem "Bom dia", em vez de "Buenos dias".
 
No final, deixaria Buenos Aires surpreendido com a sua identidade tão própria e tão marcante. Com a sua monumentalidade, a simplicidade e simpatia dos seus habitantes. Com a maneira como é uma cidade cosmopolita, mas ao mesmo tempo genuína, orgulhosa e consciente da sua história, mesmo das partes menos boas. Uma história que é curta (a Argentina é um país surpreendentemente recente) e intensa, por vezes violenta, mas sempre incrivelmente cativante. Inevitavelmente, apaixonei-me por Buenos Aires.
 
No primeiro dia passeámos pelas ruas do centro, sem grandes planos ou destinos traçados. Deixámos as visitas mais planeadas para os outros dois dias (e neste caso, para os próximos posts).
 
Já ao fim da noite, após sairmos de um "boliche" onde fomos ouvir cantar tango (sim, também existe um tango cantado, numa espécie de balada), o sono apanhou-me o passo. Até aí, pensava que "dormir em pé" era só uma expressão. É estranha a sensação de acordar, porque se deu um passo em falso no passeio. Não estava já a dormir? Só mais um pouco, estava quase, quase em casa...

 

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Monumento à Independência da Argentina

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Congresso Nacional da Argentina

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Casa Rosada - Residência do Presidente da República

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Puerto Madero

 

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Chicago

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Já tinha escrito aqui sobre Chicago, uma das cidades mais cosmopolitas, vibrantes e elegantes do mundo. A maior cidade do estado de Illinois é quase um museu a céu aberto, para qualquer amante de arquitectura. Estilos mais modernos e mais clássicos, convivem numa harmonia pouco comum. Chicago cresceu e pensou-se como poucas metrópoles. Cada edifício faz sentido onde está. Cada rua ou avenida encontra a próxima, numa lógica que nos faz pensar, só podia ser assim. Os monumentos reflectem, literalmente em alguns casos, a arquitectura que os rodeia. 

 

É uma cidade onde se respira arte e cultura. Mas também onde os parques amplos e a relação privilegiada com o lago Michigan, ajudam a que em Chicago não se sinta a sensação de quase claustrofobia, que outras cidades americanas podem dar, fruto da grande densidade de construção. Existem inúmeras visitas guiadas dedicadas à arquitectura. Desde passeios de barco pelos canais que entram pela cidade, até visitas guiadas ao interior de vários edifícios. O museu de arte de Chicago tem também uma colecção fabulosa, que quase merece a viagem só por si. Sem dúvida uma cidade que deve estar muito alto nas listas de sítios a visitar, para qualquer viajante que se preze.

 

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O mundo todo numa cidade

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Visitar Nova Iorque é diferente de visitar qualquer outra cidade do mundo. Claro que todas as cidades têm as suas particularidades, mas neste caso é mais que isso. Esta é uma cidade que todos já conhecemos.

 

Pelo menos numa versão idealizada, todos visitámos Nova Iorque, em inúmeros filmes e séries de televisão. Afinal, o Empire State Building é o último refúgio de King Kong, o enquadramento da ponte de Manhattan, de Era uma vez no Oeste deve ser a cena mais conhecida de um filme que quase ninguém viu, e ninguém conseguirá contar quantos casais se reconciliaram em Central Park. É a cidade onde Harry conheceu Sally, que invasores extra-terrestres destruiram dezenas de vezes, ou em que um miúdo que ficou Sozinho em Casa se perdeu.

 

E mesmo assim, Nova Iorque  consegue superar todas as expectativas. Conhecer uma cidade é andar pelas suas ruas, falar com quem lá vive, comer a sua comida. Sim, visitar todos aqueles sítios, que já vimos centenas de vezes, tem o seu lado mágico, quase surreal. Mas a cidade que nunca dorme tem uma energia muito própria, electrizante. A arquitectura, a oferta cultural e artística, a vida nas ruas, é tudo em grande. É tudo numa escala que nos faz sentir pequenos, mas ao mesmo tempo, que pertencemos ali.

 

Visitar Nova Iorque não é como visitar qualquer outra cidade do mundo. Porque Nova Iorque tem o mundo todo dentro de si.

 

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Pelos Alpes Austríacos - Innsbruck

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Depois das colinas de Lisboa, de volta às montanhas da Áustria, agora à capital do Tirol, Innsbruck. Cidade no vale do Inn, dividida pelo Rio Inn, e um sítio muito in para fazer ski no Inverno. Eu fui no Verão, altura do ano em que o desporto de eleição passa a ser o montanhismo. Percebe-se bem porquê, já que a cidade é rodeada por montanhas de cortar a respiração.

 

Mas Innsbruck é também a cidade mais importante do oeste da Áustria, cultural e economicamente. No Verão existem concertos ao ar livre, recriações históricas e outros eventos, sobretudo na praça principal, onde se situa um dos edifícios mais emblemáticos da cidade, uma casa com um "pequeno" telhado de ouro. Ao andar pelas ruas do centro histórico, quase parece que estamos numa daquelas cidades de brincar, dos modelos de comboios eléctricos. É tudo tão harmonioso, tão "arrumado", tão bem enquadrado pela paisagem envolvente, e ao mesmo tempo tão carregado de história. Dá a sensação que, por aqui, o passar do tempo só veio dar à cidade cada vez mais beleza e complexidade.

 

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Lightroom Boundary Warp

Na semana passada foi lançado o mais recente update do Lightroom CC. A principal novidade da versão 6.4 é preciosa, para quem já passou pela algo turtuosa experiência de cortar a imagem resultante da criação de um panorama.

 

Agora existe uma nova função, que corrige automaticamente o rebordo irregular da imagem criada (demonstrado no gif acima). Anteriormente, se não se tivesse a sorte de ficar com a parte importante da foto bem enquadrada, era necessário experimentar crops criativos ou, ainda pior, usar clonagem ou o content aware fill do Photoshop para corrigir estes problemas.

 

Agora não, o Lightroom faz a magia toda. Mais tempo sobra para fotografar!

 

Os pormenores deste update pode ser consultados no blog da Adobe

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