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A Praia Fluvial de Piodão

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Mesmo junto à aldeia de Piodão, no fundo do vale, fica a praia fluvial

 

Quando lá estive, há algumas semanas, ainda não estava pronta a receber banhistas. As comportas não estavam fechadas e a água corria livremente, as ervas e flores ainda davam cor ao espaço, que por esta altura já estará debaixo de água.

 

Acho que até tive sorte. Toda esta zona entre as três pontes de pedra que emolduram o local, tem muito mais encanto cheia de vegetação e com o pequeno ribeiro livre para percorrer o seu curso.

 

Pelo menos para fotografar! Os banhistas que por lá se refrescam, já contarão outra história. 

 

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A qualidade da luz

Floreados artísticos e inovações técnicas à parte, o que uma máquina fotográfica faz é muito simples. Captar a luz que entra pela objectiva.

 

Como tal, é fácil cair no erro de pensar que quanto mais luz, melhor para fotografar. Já perdi à conta às vezes que me disseram "agora que estamos no Verão é que estás bem, é a melhor altura para tirar fotos." 

 

Nada mais longe da verdade. No que toca a fotografias na rua, o Verão é de longe a pior altura do ano. Há muita luz, e é muito mais forte. Mais difícil para o sensor da máquina controlar. A luz intensa aumenta muito os contrastes entre pretos e brancos, além de retirar detalhe aos objectos.

 

Sabem aqueles dias de Sol, em que têm de semicerrar os olhos para conseguir ver, em que parece haver uma certa neblina no ar, que tira definição às coisas que estão mais longe? Pois, imaginem o sensor de uma máquina, que lida com isso bem pior que os nossos olhos.

 

Como em muitas outras coisas, a qualidade da luz é bem mais importante para fotografar, do que a quantidade. É por isso que, regra geral, as melhores alturas para tirar fotos são o nascer e o pôr do Sol, e os minutos imediatamente antes e depois. E a melhor estação? Talvez o Outono, mas acreditem, o Verão é horrível! Dias maiores significam mais horas de péssima luz. É muito mais difícil tirar boas fotos de paisagem nesta altura

 

Este tema dava pano para mangas, mas também facilmente se torna aborrecido. Como este é um blog que vive de imagens, e uma imagem vale mais que mil palavras, nada como vos mostrar, com estas três fotos, tiradas no mesmo sítio a horas diferentes.

 

 09h:30m - Nem é a hora a que a qualidade da luz é pior (que será por volta do meio dia). Por enquanto o Sol ainda está para a esquerda, não muito alto no horizonte. Umas horas mais tarde e as sombras que ainda marcam os contornos dos socalcos da encosta vão desaparecer, perdendo-se a noção de anfiteatro que agora ainda apresenta.

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20h:20m (pôr do Sol, por volta das 21h). Até pode haver quem prefira a primeira foto. Mas nesta, nota-se claramente uma maior riqueza das cores, mais detalhe. E sobretudo uma maior noção de profundidade e textura.

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20h:42m - A esta hora a luz cai relativamente depressa e só em 20 minutos a diferença já é grande. Nesta última foto a luz já começa a ser pouca, e só com uma longa exposição, e uso do tripé, é possível fotografar. Também já existe menos detalhe, as cores e texturas já não são tão pronunciadas.

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Foz d'Égua

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Lembro-me quando há uns anos, não muitos, vi pela primeira vez uma fotografia com uma pequena casa de xisto, ladeada por duas pontes de pedra...... Foi como se uma ilustração de um conto de fadas tivesse ganho vida.

 

"Foz d'Égua - Arganil", dizia a legenda. Mas até duvidei que fosse mesmo em Portugal... Nunca tinha visto, nem ouvido falar... Mas era... E desde aí que fiquei com vontade de por lá passar.

 

Quando há umas semanas decidi ir dar uma volta para fora de Lisboa, foi essa imagem que primeiro me veio à memória... A casa de xisto, ladeada por duas pontes de pedra...

 

A partir de Piodão, onde cheguei ao fim da tarde, o caminho até Foz d'Égua pode ser feito a pé, numa caminhada de cerca de 5 km, ou de carro, por estradas estreitas e sinuosas, mas em bom estado. Escolhi a segunda opção. Não era uma caminhada que quisesse arriscar fazer de noite...

 

Chegando a  Foz d'Égua, existe um pequeno parte de estacionamento, mas apenas lá estava o carro de um casal que aproveitava os últimos raios de Sol, na pequena praia fluvial. A ribeira tinha pouco caudal, e a ponte suspensa estava interdita, o que diminuiu o potencial fotográfico do cenário, mas a verdade é que o sítio parece tão mágico ao vivo como naquelas primeiras fotografias que vi.

 

Espero que agora, com estas fotos, desperte em alguém a vontade de visitar Foz d'Égua.

 

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Um Saltinho à Arrábida

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Olhando para estas fotos, não é difícil imaginar como deve ser incrível a sensação de saltar desta rampa, de parapente ou asa delta, neste que é um dos dois locais da Serra da Arrábida com autorização para a prática destes desportos.

 

E se um voo desta encosta é suficiente para provocar uma injecção de adrenalina, estar tranquilamente a contemplar esta paisagem, enquanto o Sol se ergue no horizonte, é sem dúvida muito relaxante.

 

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O Fotógrafo e a Raposa

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Andava eu a rever umas fotografias de Boston, que tirei em 2010, quando ao olhar para esta panorâmica, por mero acaso, reparei no que me pareceu ser um animal. Num cais. No meio do rio. Em pleno centro da cidade. 

 

- É um cão - pensei? Fiz zoom... e não, acho que não! Parece-me mesmo uma raposa, a julgar pela cauda! 

 

- O que faz uma raposa em pleno centro da cidade, no meio do rio Charles? - perguntam vocês? Pois. Também não faço ideia... 

 

Mas que tem piada, tem. Tal como o facto de uma fotografia ainda nos poder surpreender, mesmo que sete anos depois de ter sido tirada!

 

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O Cabo Espichel

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Quando escrevi o post sobre Alfama, a Joana, dona do Quiosque, ficou em choque, quando numa curta conversa nos comentários, percebeu que eu mal conhecia Cascais . As sugestões que ela me deu na altura, de sítios para fotografar na zona, despertaram a minha curiosidade. Investiguei, e descobri o Farol de Santa Marta, que acabei por visitar umas semanas mais tarde.

 

As fotos desse dia, continuam a ser das que mais gostei de tirar...

 

O que nos trás ao post de hoje.

 

Foi numa conversa sobre lugares que eu ainda não tinha visitado, que a Joana me falou do Cabo Espichel. Mais uma vez ficou surpreendida (chocada até!), por eu nunca lá ter ido. 

 

Claro que eu já tinha visto uma fotografia ou outra. Encostas a pique, um farol e um templo religioso meio abandonado. Mas não sabia muito mais.

 

A Joana assegurou-me que era uma das paisagens mais bonitas que conhece (Nestas coisas há que acreditar na Joana. Como avião honorário, é uma pessoa muito viajada. E por isso sabe do que fala ).

 

A ideia ficou. Mas por isto ou por aquilo foi sendo adiada. Até um destes fins-de-semana, em que o final de dia prometia ser perfeito para fotografar. Nuvens "dramáticas", daquelas a fazer prever um pôr do Sol memorável. Lembrei-me dessas conversas, e decidi ir finalmente até ao Cabo Espichel.

 

E claro, a Joana tinha razão. A paisagem é lindíssima, a Igreja de Nossa Senhora do Cabo e a Ermida da Memória dão uma aura quase mágica ao cenário, pontuado ao longe pelo farol.

 

Valeu bem a pena o desvio de duas horas, no caminho para casa. Acho que agora, são estas as minhas preferidas!  

 

Eu sei que as expectativas estavam altas, depois das fotos de Cascais... Mas parece-me que a Joana vai gostar! 

 

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