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O caminho até Piodão

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O caminho para Piodão faz-se por estradas com vistas deslumbrantes. Durante toda a viagem fica a impressão que o vislumbre da pequena aldeia de xisto confirma. Aqui é a natureza que dita as suas regras. As estradas não passam onde o homem quis, mas onde o serpentear da serra deixou que se construisse. E ver Piodão aninhada na encosta, feita ainda mais pequena pela enormidade da paisagem que a rodeia, confirma-o.

 

É impossível não pensar que as montanhas que protegem Piodão das inclemências do tempo, também a terão deixado muitas vezes isolada. E como deve ter sido dura a vida de quem ali se escolheu fixar, numa zona que vem sendo habitada desde o século XIII.

 

Ao longo da viagem, foram várias as vezes em que tive de parar o carro. Para fotografar, ou apenas para admirar a paisagem. Quase todas as fotos deste post foram tiradas assim. Apenas a última já foi tirada na caminhada que fiz depois do jantar, desde o hotel até à aldeia. Assim como a foto deste outro post, tirada uns minutos mais tarde.

 

O encanto de Piodão mantém-se quando se percorrem as suas ruas, ou quando se exploram os campos à sua volta. Mas essas fotos ficarão para os próximos posts, a partilhar durante as próximas semanas.

 

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Cabo Espichel - A Ermida da Memória

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Depois de partilhar as minhas fotos preferidas do Cabo Espichel, mostrei mais algumas das que tinha tirado à Igreja de Nossa Senhora do Cabo

 

Para terminar esta viagem, nada como mostrar mais estas imagens, da Ermida da Memória. Um pequeno edifício, que embora de linhas simples, marca o cenário bem mais imponente que a rodeia, com um toque de teatralidade.

 

Construída no século XV, o seu interior é revestido a azulejos, que contam a estória de como naquele local foi encontrada uma imagem de Nossa Senhora, tornando o Cabo Espichel num local de culto e peregrinação desde então.

 

O cenário estava montado, incluindo um céu dramático a condizer, coube-me a mim tentar fazer-lhe justiça. Não só à capela, mas também às ruínas e à paisagem assombrosa que a circundam.

 

No final, ainda fui a correr até ao carro buscar o tripé, para a última foto deste post. E se já não fui a tempo de apanhar o céu iluminado pelo Sol, pelo menos o azul incrível que o mar tinha nesse dia ficou bem realçado nesta longa exposição

 

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Uma Floresta Tropical em Lisboa

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Esta foto podia ser na Amazónia, mas não. É no Oceanário de Lisboa.

 

É entre plantas exóticas e um ar húmido e abafado que se recria o habitat de uma floresta tropical.

 

Em certas alturas do dia, uma fina neblina desce das árvores. É certamente planeado que isto aconteça quando o Sol se ergue sobre as copas das árvores, mas não torna menos mágico o momento em que os seus raios, filtrados por entre as folhas da vegetação, enchem de luz este espaço.

 

Por momentos, já não estamos em Lisboa, e viajámos até outras latitudes.

 

 

 

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O Fotógrafo e a Raposa

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Andava eu a rever umas fotografias de Boston, que tirei em 2010, quando ao olhar para esta panorâmica, por mero acaso, reparei no que me pareceu ser um animal. Num cais. No meio do rio. Em pleno centro da cidade. 

 

- É um cão - pensei? Fiz zoom... e não, acho que não! Parece-me mesmo uma raposa, a julgar pela cauda! 

 

- O que faz uma raposa em pleno centro da cidade, no meio do rio Charles? - perguntam vocês? Pois. Também não faço ideia... 

 

Mas que tem piada, tem. Tal como o facto de uma fotografia ainda nos poder surpreender, mesmo que sete anos depois de ter sido tirada!

 

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O Cabo Espichel

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Quando escrevi o post sobre Alfama, a Joana, dona do Quiosque, ficou em choque, quando numa curta conversa nos comentários, percebeu que eu mal conhecia Cascais . As sugestões que ela me deu na altura, de sítios para fotografar na zona, despertaram a minha curiosidade. Investiguei, e descobri o Farol de Santa Marta, que acabei por visitar umas semanas mais tarde.

 

As fotos desse dia, continuam a ser das que mais gostei de tirar...

 

O que nos trás ao post de hoje.

 

Foi numa conversa sobre lugares que eu ainda não tinha visitado, que a Joana me falou do Cabo Espichel. Mais uma vez ficou surpreendida (chocada até!), por eu nunca lá ter ido. 

 

Claro que eu já tinha visto uma fotografia ou outra. Encostas a pique, um farol e um templo religioso meio abandonado. Mas não sabia muito mais.

 

A Joana assegurou-me que era uma das paisagens mais bonitas que conhece (Nestas coisas há que acreditar na Joana. Como avião honorário, é uma pessoa muito viajada. E por isso sabe do que fala ).

 

A ideia ficou. Mas por isto ou por aquilo foi sendo adiada. Até um destes fins-de-semana, em que o final de dia prometia ser perfeito para fotografar. Nuvens "dramáticas", daquelas a fazer prever um pôr do Sol memorável. Lembrei-me dessas conversas, e decidi ir finalmente até ao Cabo Espichel.

 

E claro, a Joana tinha razão. A paisagem é lindíssima, a Igreja de Nossa Senhora do Cabo e a Ermida da Memória dão uma aura quase mágica ao cenário, pontuado ao longe pelo farol.

 

Valeu bem a pena o desvio de duas horas, no caminho para casa. Acho que agora, são estas as minhas preferidas!  

 

Eu sei que as expectativas estavam altas, depois das fotos de Cascais... Mas parece-me que a Joana vai gostar! 

 

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As Baleias de Purto Madryn

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Continua a série dedicada à minha viagem à Argentina, em Outubro de 2015. Depois de Buenos Aires, El Calafate, o glaciar Perito Moreno, El Chaltén, e Punta Tombo, hoje vamos viajar até Puerto Maryn, para ver as baleias.

 

E para lá chegar, foram mais umas horas de carro. Felizmente, mesmo assim, chegámos cedo. Já só havia vagas num barco para as visitas do meio dia. Mesmo à conta. Uns minutos mais tarde, e íamos ter de esperar pelas 16h.

 

Quando marquei a viagem, aquilo para que estava mais entusiasmado, era mesmo esta visita. E foi essa a principal razão para ter comprado a GoPro. Queria colocar a GoPro dentro de água, e apanhar uma baleia de perto. Ou filmar uma a saltar junto ao barco. Nada disso aconteceu. Nestas observações a animais é preciso sorte, e neste dia, ela não quis nada comigo.

 

Começou logo mal quando, após a minha primeira tentativa, um dos guias a bordo do barco, informou que tal prática é proibida por lei...  Aparentemente perturba as baleias...  Claro... porque ter vários barcos, todos os dias, a persegui-las, não as incomoda... Colocar uma câmara minúscula junto ao casco é que as vai perturbar imenso...

  

Apesar de não ter tido muita sorte, foi uma experiência que valeu bem a pena. Ainda vimos uma baleia bebé a bater as barbatanas na água, a chamar a mãe, e a nova atracção de Puerto Madryn, a baleia bebé albina.

 

Após a viagem de barco, fomos até um miradouro, que permite ver toda a baía. Aí sim, consegui tirar uma foto de uma baleia a saltar junto a um dos barcos. É impressionante até de longe. Lá mesmo ao lado... deve ser incrível. A foto ficou muito má, dada a distância, mas é engraçada, porque permite perceber o tamanho destes animais. E estamos a falar da baleia Franco-Autral, que não é, nem de perto, a maior espécie.

 

Como neste dia me dediquei mais aos vídeos,acabei por tirar muito poucas fotos. No final do vídeo que faz o resumo de toda esta viagem, podem-se observar algumas cenas desta aventura, incluindo, mesmo perto do fim, uma baleia a iniciar o seu mergulho, com a cauda de fora de água.

 

 

 

 

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Posts anteriores:

 

Buenos Aires - A Cidade

Buenos Aires - Ao Ritmo do Tango

Buenos Aires - Arte Urbana

Buenos Aires - Cultura

Buenos Aires - Caminito

Buenos Aires - La Bombonera

Buenos Aires - Jardim Japonês

 

El Calafate - A Cidade

El Calafate - Bicicletas e o Bar de Gelo

 

Glaciar Perito Moreno - Começa a Aventura

Glaciar Perito Moreno - A Caminhada no Glaciar

Glaciar Perito Moreno - O Miradouro

 

El Chaltén - A Cidade

El Chaltén - A Cascata Chorrillo del Salto

El Chaltén - Os Miradouros e a Ex-Objectiva

El Chaltén - Fitz Roy, Um Início Tranquilo

El Chaltén - Fitz Roy e as Marteladas nos Pés

 

Punta Tombo - Passear com os Pinguins

Punta Tombo - Guanacos

 

 

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