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João Freitas Farinha - Fotografia

João Freitas Farinha - Fotografia

O Cabo Espichel

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Quando escrevi o post sobre Alfama, a Joana, dona do Quiosque, ficou em choque, quando numa curta conversa nos comentários, percebeu que eu mal conhecia Cascais . As sugestões que ela me deu na altura, de sítios para fotografar na zona, despertaram a minha curiosidade. Investiguei, e descobri o Farol de Santa Marta, que acabei por visitar umas semanas mais tarde.

 

As fotos desse dia, continuam a ser das que mais gostei de tirar...

 

O que nos trás ao post de hoje.

 

Foi numa conversa sobre lugares que eu ainda não tinha visitado, que a Joana me falou do Cabo Espichel. Mais uma vez ficou surpreendida (chocada até!), por eu nunca lá ter ido. 

 

Claro que eu já tinha visto uma fotografia ou outra. Encostas a pique, um farol e um templo religioso meio abandonado. Mas não sabia muito mais.

 

A Joana assegurou-me que era uma das paisagens mais bonitas que conhece (Nestas coisas há que acreditar na Joana. Como avião honorário, é uma pessoa muito viajada. E por isso sabe do que fala ).

 

A ideia ficou. Mas por isto ou por aquilo foi sendo adiada. Até um destes fins-de-semana, em que o final de dia prometia ser perfeito para fotografar. Nuvens "dramáticas", daquelas a fazer prever um pôr do Sol memorável. Lembrei-me dessas conversas, e decidi ir finalmente até ao Cabo Espichel.

 

E claro, a Joana tinha razão. A paisagem é lindíssima, a Igreja de Nossa Senhora do Cabo e a Ermida da Memória dão uma aura quase mágica ao cenário, pontuado ao longe pelo farol.

 

Valeu bem a pena o desvio de duas horas, no caminho para casa. Acho que agora, são estas as minhas preferidas!  

 

Eu sei que as expectativas estavam altas, depois das fotos de Cascais... Mas parece-me que a Joana vai gostar! 

 

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Sintra - O Palácio da Pena

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E quando uma pessoa quer fotografar, e em vez de um turista ninja, há centenas?

 

Para quem não leu o meu último post, o turista ninja é uma espécie cada vez mais comum em Portugal. Aquele turista que parece que está escondido atrás de um arbusto, pronto para saltar para a frente da objectiva dos fotógrafos mais incautos.

 

Isto para dizer, que é um enorme desafio fotografar o Palácio da Pena. Assim que atravessei os portões, parecia que tinha entrado num parque de diversões, tal a quantidade impressionante de gente. Devo ter ouvido uma boa dúzia de línguas diferentes, nenhuma delas português. É bom para a economia, mau para as minhas fotos. Para onde quer que me virasse, tinha alguém a estragar o enquadramento. Ou se não tinha, assim que me preparava... lá está... aparecia um ninja. 

 

Ainda consegui algumas fotos em que só tinha uma ou duas pessoas, no sítio em que as queria. Mas foi preciso muita paciência para cada uma delas.

 

Nesta caminhada por Sintra, tinha planeado apenas ir ao Castelo dos Mouros. Mas quanto mais quilómetros percorria, maior era a vontade de continuar o passeio. Foi assim que após a descida do castelo, me vi a percorrer o curto caminho até à entrada do Palácio Nacional da Pena. Foi uma óptima decisão, apesar de tudo. Há anos que não fazia esta visita, e gostei de revisitar um dos palácios mais belos e originais do mundo. Mesmo com os ninjas e as filas que se formam para percorrer as estreitas divisões.

 

Mais tranquilo é o parque que circunda o palácio. Cheio de recantos, lagos e pequenos edifícios ao estilo romântico. Perfeito para relaxar e recarregar energias antes da caminhada de regresso...

 

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Sintra - O Castelo dos Mouros

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Seguindo o trilho que sobe a encosta, desde a Vila Sasseti, chega-se à Tapada dos Bichos. Daí ao Castelo dos Mouros são poucas dezenas de metros. O bilhete, para o castelo e para os outros monumentos de Sintra, pode ser comprado logo nesta zona onde se cruzam os dois caminhos, ou mais acima, à entrada do castelo.

 

A última vez que visitei o Castelo dos Mouros foi em 1995 ou 1996. Não sei precisar a data, mas lembro-me bem que quando subia umas das muralhas, dei de caras com Michel Preud'Homme, um dos grandes guarda redes que passaram pelo futebol nacional. Ainda tenho o autógrafo dele. Com decoração a condizer e tudo .

 

Do castelo dos anos 90 de pouco me lembro, à excepção desse episódio, que ainda envolveu  Preud'Homme a tropeçar e cair aos meus pés, e o meu pai a ajudá-lo a levantar-se. Percebe-se. A emoção de conhecer o pequeno Farinha foi demasiada e tremeram-lhe as pernas. Como se vê acontece aos melhores! 

 

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Já o castelo de 2017, é um espaço muito bem preservado, fruto das acções de recuperação desenvolvidas aos longo dos últimos anos. A zona de serviços, com uma loja, bilheteira e café, é um bom exemplo deste trabalho, estando perfeitamente integrada na paisagem envolvente, com uma arquitectura moderna, mas ao mesmo tempo discreta.

 

Percorrer as muralhas do castelo, cujas origens remontam ao século X, é como fazer uma viagem no tempo, cada pedra cheia de história. Junte-se isso a uma vista deslumbrante, e é fácil perceber como esta é uma visita imperdível.

 

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Mais informações no site dos Parques de Sintra

 

 

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O Padrão dos Descobrimentos

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 Após um período, de cerca de uma semana, em que esteve encerrado ao público, o Padrão dos Descobrimentos voltou a abrir este fim de semana.

 
Foi o fim de um ano e pouco de trabalhos de limpeza e restauro do emblemático monumento, que agora se encontra de cara lavada, e pronto a receber os magotes infinitos de turistas que por estes dias invadem a capital.
 
Claro que às 7 da manhã ainda imperava o sossego, e só um ou outro corredor mais madrugador cruzava a frente ribeirinha.
 
Ainda tentei fotografar a Torre de Belém, mas um espalho épico, nos degraus que descem até ao rio, dissuadiu-me imediatamente.
 
Mas não se preocupem. Estou praticamente inteiro.  Ainda bem que tenho estas pancadas de me levantar cedo... Umas horas mais tarde e as imediações estariam infestadas de câmaras. Era peripécia para acabar no Youtube... 

 

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Buenos Aires - A Cidade

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Este post é o primeiro de uma série dedicada à minha viagem à Argentina, no ano passado. Tal como os próximos, este será dedicado a Buenos Aires, mas a viagem levar-nos-á ao glaciar Perito Moreno, a El Chaltén, meca do montanhismo, a Ushuaia, a cidade mais a sul do mundo, e numa visita às baleias e pinguins, em Punta Tombo. O vídeo que fiz desta aventura, e que mostra tudo isto, pode ser visto aqui.

 

Buenos Aires - O primeiro dia e impressões da cidade

 

Cheguei ao apartamento onde iria ficar nos próximos três dias, eram 6 da manhã. O silêncio da cidade ainda adormecida, os passos sonolentos, de quem me veio abrir a porta, um dos meus amigos que tinham chegado na véspera, diziam-me que ainda não era tempo para aventuras. Tentei dormir... Afinal tinham passado 17 horas desde que tinha entrado no aeroporto em Lisboa. Mas como, quando se tem uma nova cidade lá fora, à nossa espera?

 

Há sítios que nos cativam desde o primeiro momento, e este foi assim. A energia electrizante nas ruas, nas pessoas, fez-me esquecer completamente o cansaço da viagem (ou seria só em mim, com o entusiasmo de estar a descobrir uma cidade tão vibrante?).

 
Inicialmente surpreendeu-me como a capital Argentina me pareceu uma cidade tão familiar. Tão europeia na sua arquitectura. E até em pequenos detalhes, como os argentinos dizerem "Bom dia", em vez de "Buenos dias".
 
No final, deixaria Buenos Aires surpreendido com a sua identidade tão própria e tão marcante. Com a sua monumentalidade, a simplicidade e simpatia dos seus habitantes. Com a maneira como é uma cidade cosmopolita, mas ao mesmo tempo genuína, orgulhosa e consciente da sua história, mesmo das partes menos boas. Uma história que é curta (a Argentina é um país surpreendentemente recente) e intensa, por vezes violenta, mas sempre incrivelmente cativante. Inevitavelmente, apaixonei-me por Buenos Aires.
 
No primeiro dia passeámos pelas ruas do centro, sem grandes planos ou destinos traçados. Deixámos as visitas mais planeadas para os outros dois dias (e neste caso, para os próximos posts).
 
Já ao fim da noite, após sairmos de um "boliche" onde fomos ouvir cantar tango (sim, também existe um tango cantado, numa espécie de balada), o sono apanhou-me o passo. Até aí, pensava que "dormir em pé" era só uma expressão. É estranha a sensação de acordar, porque se deu um passo em falso no passeio. Não estava já a dormir? Só mais um pouco, estava quase, quase em casa...

 

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Monumento à Independência da Argentina

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Congresso Nacional da Argentina

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Casa Rosada - Residência do Presidente da República

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Puerto Madero

 

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Frustrações Fotográficas - O Castelo de Neuschwanstein

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Uma das minhas grandes frustrações fotográficas é ter visitado o Castelo de Neuschwanstein, e não ter uma única foto de que goste realmente. Esta que escolhi para este post foi a única aceitável, das que lhe tirei nesse dia. A luz estava péssima, e a inspiração também não era muita, talvez já pelo cansaço acumulado, depois de vários dias de viagem pelos alpes Austríacos

 

Esta paisagem mágica - faz sentido o adjectivo, afinal este castelo foi a inspiração para o logótipo da Disney - fica já na Alemanha, embora a poucos quilómetros da fronteira Austríaca. A subida faz-se de autocarro, ou charrete, através da floresta. E se a neblina que se instalou não ajudou às fotos, pelo menos contribuiu para dar à viagem o ar vagamente surreal de um conto de fadas.

 

A súbida não vale  apenas pelo castelo. A vista das montanhas e vales que o circundam é de cortar a respiração. Já lá no alto, o nevoeiro dissipou-se um pouco. Talvez tenha sido magia. E assim, finalmente, consegui tirar as fotografias de que mais gostei dessa manhã. 

 

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