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A luz da EDP

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Já fotografei várias vezes a sede da EDP, em Santos. Da primeira vez até tive a sessão fotográfica meio frustrada por uma carrinha psicadélica.

 

A luz forte, com o Sol bem alto, raramente é a ideal para fotografar, mas no caso deste edifício, cria uma série de contrastes, sombras e reflexos, que o fazem brilhar ainda mais.

 

Foi numa dessas alturas que tirei estas fotos, e a luz dá-lhes um ar bem diferente da última imagem deste outro post, em que a foto foi tirada de manhã cedo.

 

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Fotografar O Asiático

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Há uns meses fui jantar ao restaurante O Asiático, gostei muito da comida, mas não só. A decoração é um dos pontos altos deste espaço. Afinal, os olhos também comem. 

 

O Asiático foi inspirado pelas viagens que o chef Kiko Martins fez pela Ásia, em particular pelo Japão e Nepal. Essa influência não é sentida apenas na excelência da cozinha, mas também na decoração do espaço. As referências asiáticas fazem-se sentir de maneira sóbria e elegante, em pequenos pormenores, um pouco por todo o espaço.

 

Gostei tanto, que decidi perguntar se podia passar por lá para o fotografar. Enviei um email à direcção comercial, que com grande simpatia, acedeu prontamente ao meu pedido.

 

E então, há duas semanas, no horário em que o restaurante fecha, entre o almoço e o jantar, lá fui eu. Máquina e tripé em punho, para o Príncipe Real.

 

A sessão em si teve alguns contratempos... Perdi demasiado tempo a perceber os melhores ângulos para fotografar, ou a tentar captar algumas dessas perspectivas exactamente como queria. O facto de o restaurante ser muito luminoso, embora excelente para quem desfruta do espaço, não ajuda quando o objectivo é tirar fotos, já que os contrastes provocados pelo Sol que entrava de rompante pela enorme zona envidraçada, dificultavam bastante o trabalho. E não pude fotografar o pequeno jardim interior, que esteve sempre ocupado pelos funcionários, que descansavam, comiam qualquer coisa, ou se reuniam a planear o jantar que se aproximava.

 

Nada que tenha impedido que me tenha divertido imenso a fotografar. Ou a ver a azáfama dos bastidores de um restaurante de renome. Só por essa experiência já valeu a pena.

 

Sem mais demoras, vamos ao prato principal deste post... as fotos.

 

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Espelho d’Água

Não, este não é um post sobre a novela da SIC.

 

Aos fãs desiludidos, que aqui chegaram ao engano através de uma pesquisa no Google, as minhas desculpas. Aqui apenas encontrarão algumas fotos do edifício construído em 1940 para a exposição O Mundo Português.

 

Na pesquisa para este post encontrei várias fotografias da época, algumas muito curiosas. Aprendi, por exemplo, que este edifício era também o Pavilhão das Diversões Náuticas. São várias as fotos da época em que se podem ver pequenos barcos que, certamente, terão feito as delícias dos mais novos.

 

A traça do edifício chegou quase inalterada até aos dias de hoje, mas as fotos que hoje vos trago focam-se no lado que sofreu uma remodelação mais recente. Não é publicidade à empresa que ali instalou um restaurante, é apenas o sítio mais favorecido pela luz do Sol, que começava a surgir no horizonte.

 

Se ficaram intrigados, recomendo a visita desta página. É quase uma viagem no tempo, a pedir uma leitura mais demorada.

 

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Uma Floresta Tropical em Lisboa

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Esta foto podia ser na Amazónia, mas não. É no Oceanário de Lisboa.

 

É entre plantas exóticas e um ar húmido e abafado que se recria o habitat de uma floresta tropical.

 

Em certas alturas do dia, uma fina neblina desce das árvores. É certamente planeado que isto aconteça quando o Sol se ergue sobre as copas das árvores, mas não torna menos mágico o momento em que os seus raios, filtrados por entre as folhas da vegetação, enchem de luz este espaço.

 

Por momentos, já não estamos em Lisboa, e viajámos até outras latitudes.

 

 

 

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