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Roma não se visita num dia... Mas não custa tentar

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Roma. Não era um dos destinos desta viagem, mas a oportunidade era demasiado boa para não aproveitar. O avião ia aterrar em Fiumicino por volta das 11h da manhã... e o comboio para Florença estava marcado para o final da tarde. 

 

Nenhuma cidade se conhece num só dia, muito menos numa tarde, mas Roma está no imaginário de qualquer viajante. Tinha de aproveitar a oportunidade.

 

O planeamento foi feito com antecedência, qual gincana pelos principais monumentos. Numa lista em que entraram quase todos. Excepto o Vaticano, por ser mais fora de mão - Sim, fui a Roma e não vi o Papa... 

 

A minha irmã, que já conhecia a cidade, desenhou o percurso - ajuda sempre ir com quem sabe - e acabámos por ver tudo o que planeámos, com tempo de sobra. Ainda devo escrever mais um ou outro post sobre Roma, mas para já aqui fica o percurso que fizemos.

 

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1. Coliseu

 

Provavelmente o local que mais me desperta a imaginação. Palco de grandes atrocidades, mas ao mesmo tempo com uma história absolutamente fascinante. Mesmo em ruínas impressiona. Sem dúvida que terei de voltar, para visitar o Coliseu com a atenção que merece.

 

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2. O Fórum Romano

 

O centro do antigo império Romano. O espaço é vedado, mas é possível ver parte do interior a partir da rua. Mesmo o que chegou aos nosso dias é suficiente para nos transportar para outra época. Outro sítio a merecer um olhar mais atento.

 

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3. Praça de Veneza

 

A praça não é particularmente bonita, mas o imponente Monumento a Vítor Emanuel II, primeiro rei da Itália unificada, é uma visão impressionante. Inaugurado em 1911 e de construção polémica, é inteiramente revestido a mármore branco.

 

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4. O Panteão

 

Construído no ano de 126 AD, o panteão de Roma é um dos mais antigos edifícios do mundo. Pensem por um momento nesta data. As pessoas que entraram neste edifício, ao longos dos séculos, viveram durante muitos dos eventos da história da humanidade. Se isso não fosse razão suficiente para entrar, a enorme cúpula é um dos grandes feitos de engenharia jamais realizados. Nem que seja do ponto de vista meramente estético, é de uma dimensão e elegância impressionantes.

 

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5. Praça Navona

 

Uma praça ampla e luminosa, com um conjunto arquitectónico harmonioso. O destaque vai para as três fontes, sobretudo aquela que marca o centro da praça.

 

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6. Castel Sant'Angelo

 

Foi construído como mausoléu, tornou-se uma fortaleza inexpugnável, que defendia a cidade contra os bárbaros, e entretanto foi prisão. Hoje é um Museu Nacional. Que não tive tempo de visitar obviamente.

 

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7. Vaticano

 

Agora estou a fazer batota... Eu disse que não tinha ido ao Vaticano. E não fui. Mas da ponte Sant'Angelo tem-se uma das vistas mais famosas sobre a cidade do Vaticano. Quase, quase conta... não??

 

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8.  Fonte de Trevi

 

Nenhuma visita a Roma pode ficar completa sem visitar a fonte de Trevi. Por vezes, quando um sítio é muito famoso, as expectativas saem defraudadas (estou a pensar em vocês, Cataratas do Niagara), mas não foi o caso aqui. Nem o facto de eu ter imaginado, por alguma razão, que a fonte ficava numa enorme e imponente praça, e afinal ficar num largo minúsculo, tira encanto a uma das mais belas fontes do mundo. Claro está que atirei uma moeda para a água.

 

Diz a lenta que quem o faz regressa à cidade. Pelo menos para a minha irmã, a profecia já se cumpriu.

 

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9. Praça de Espanha

 

Foi o último ponto de paragem antes de seguirmos para a estação Termini, para apanhar o nosso comboio. O Sol começava a baixar no horizonte e pintava de laranja os degraus da grande escadaria, que sobe até à igreja de Trinità dei Monti. Foi a despedida de uma cidade a que com certeza irei voltar (atirei a moeda, lembram-se?).

 

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Inspiração para escrever

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Dez factos aleatórios sobre os meus gostos musicais: 

 

1. Ouço música sobretudo em casa.

 

2. O que o meu pai ouvia, quando eu era miúdo, influenciou muito os meus gostos musicais. Queen, Pink Floyd, Led Zeppelin.

 

3. Já não se faz música como nos anos 80 e 90. Guns n’ Roses, AC/DC, Dire Straits, Prince.

 

4. Tipicamente não faço questão de ir a concertos, mas este ano vi Guns n’ Roses ao vivo e foi genial!

 

5. Gosto de Jazz. Frank Sinatra, Diana Krall, Melody Gardot.

 

6. Agora ando a ouvir os últimos álbuns de The National, Queens of the Stonehenge e The Killers.

 

7. Para trabalhar ouço músicas puramente instrumentais.

 

8. Adoro música clássica. Mozart, Chopin, Beethoven, Vivaldi.

 

9. Juntando duas paixões, devoro bandas sonoras de filmes. John Williams, Ennio Morricone e Hans Zimmer, são os mais tocados.

 

10. Esta semana, com o post de Conimbriga e o de Roma (a publicar amanhã), tenho ouvido a banda sonora do Gladiador enquanto edito as fotos. 

 

Conhecer Conimbriga

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Sempre adorei as aulas de história. Sobretudo fascinavam-me os impérios Grego e Romano e como muitas das bases da nossa civilização foram criadas nessa época. Dois impérios tão evoluídos, que depois da sua queda foram necessários séculos para recuperar muitos dos princípios e avanços tecnológicos e ideológicos que ficaram esquecidos durante a idade média.

 

Lembro-me de ver uma ou outra referência a Conimbriga nos livros de história. Que algures no centro do país havia um conjunto de ruínas com alguma importância. Só que quando se fala de ruínas romanas em Portugal e no mundo, raramente se vêm fotos desta antiga povoação. Mesmo o templo de Diana em Évora, ganha-lhe sempre em protagonismo. Por isso sempre achei que não devia ter muito para ver. 

 

No entanto, a curiosidade estava lá. Tanto assim, que quando soube que iria uns dias a Pinhel, decidi fazer um pequeno desvio para visitar este Monumento Nacional, que fica muito perto da cidade de Condeixa-a-Nova, e a poucos quilometros de Coimbra.

 

O complexo museológico tem parque de estacionamento e a entrada faz-se por uma zona moderna, de um branco e leveza futuristas, com ecrãs que fazem uma antevisão da visita, que serve também de bilheteira.

 

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Existem dois espaços dinstintos a visitar. A sugestão é que se comece pelo museu - pequeno e simples, mas que permite ver as ruínas com outros olhos.

 

Ao longo de uma mão cheia de salas, são apresentados vários artefactos, estátuas e mosaicos, e é feita a introdução à história de Conimbriga, desde a sua fundação até às várias escavações que se foram realizando desde 1898.

 

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De tudo isto, o que resta para observar deste importante centro do Império Romano? Bem mais do que eu supunha!

 

Ao passar a entrada das zona das ruínas, foi impossível não ficar impressionado com o enorme muro que se erguia à minha frente. Não era uma muralha, ao contrário do que pensei, mas o que resta do aqueduto que levava água a quem aqui habitava.

 

A maior parte do percurso faz-se numa zona a céu aberto, em que se anda pelo meio das antigas casas e templos, e ainda se podem observar algumas colunas e mosaicos de padrões diversos. 

 

Um pouco mais ao fundo fica o anfiteatro e a zona onde em tempos existiu o principal templo da cidade, reconstituído numas das fotos acima. Hoje nada resta desse majestoso edifício, além de algumas bases de colunas ou pedras soltas.

 

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Por fim, o ex-libris deste espaço. Uma zona coberta onde se encontravam a casa mais nobre de Conimbriga - a Casa dos Repuxos.

 

Construída no século I e profundamente remodelada no século seguinte, este edifício residencial foi escavado em 1939 e, exceptuando uma cobertura "modernista" de arquitectura bastante duvidosa, foi alvo de uma recuperação cuidada, que valoriza o que chegou aos nossos dias (embora talvez de maneira algo teatral).

 

É possível ainda observar os mosaicos, de grande beleza e detalhe, e ver como as várias divisões da casa se arrumavam em volta de um grande pátio central, onde hoje em dia existe uma fonte de repuxos (cujo sistema funciona depois de se inserir 0,50 € numa pequena ranhura!).

 

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Entretanto a visita chegou ao fim. Como podem ver, afinal há muito para conhecer em Conimbriga e valeu bem a pena o pequeno desvio à minha viagem. Espero que estas fotos despertem também o vosso interesse neste monumento, único no nosso país. 

 

 E sim. Coloquei os 50 cêntimos na fonte... 

 

 Informações Úteis:

 

Página Internet:

http://www.conimbriga.gov.pt/index.html

 

Horário:

Museu e Ruínas (a partir de 2 de Janeiro de 2011):
De segunda a domingo, das 10h00 às 19h00.


Bilhete:

4,50€ (bilhete normal)

 

Existe um parque de estacionamento, junto à bilheteira. Para lá chegar, recomendo que se sigam as placas que indicam "Conimbriga", ignorando as eventuais indicações do GPS. Este pode encaminhar para o centro de Condeixa-a-Velha, que ficando perto, implica uma curta caminhada por uma estrada de terra batida (já estão mesmo a ver qual foi a opção que tomei, não estão?). Pois.

 

 

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