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As melhores fotos de sempre! (Ou não...)

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Foi em 2007, numa viagem a Barcelona, que tirei as minhas primeiras fotos. 

 

O meu pai passou-me para a mão uma máquina fotográfica da HP, com uns portentosos 5 megapixels... Nem fui eu que pedi. Nunca tinha tido qualquer interesse em fotografar. Mas ele tinha comprado uma máquina de filmar, e estava entusiasmado com o seu brinquedo novo. 

 

E foi assim, de um momento para o outro, que me vi como fotógrafo oficial da família Farinha 

 

Tirei 300 fotos nessa semana. Só tenho coragem de mostrar 7. Se vissem as outras 293, iam perceber... Estas só estão apresentáveis por mero acaso... 

 

Mas são, ao mesmo tempo, das melhores fotos que tirei. Por muito más que sejam, consigo ver em muitas delas o que ainda tento captar no que fotografo hoje. Mais importante é que, desde esse dia, nunca mais larguei a máquina fotográfica. Figurativamente falando, claro. Despachei a HP de 5 MP assim que pude! 

 

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O Cabo Espichel

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Quando escrevi o post sobre Alfama, a Joana, dona do Quiosque, ficou em choque, quando numa curta conversa nos comentários, percebeu que eu mal conhecia Cascais . As sugestões que ela me deu na altura, de sítios para fotografar na zona, despertaram a minha curiosidade. Investiguei, e descobri o Farol de Santa Marta, que acabei por visitar umas semanas mais tarde.

 

As fotos desse dia, continuam a ser das que mais gostei de tirar...

 

O que nos trás ao post de hoje.

 

Foi numa conversa sobre lugares que eu ainda não tinha visitado, que a Joana me falou do Cabo Espichel. Mais uma vez ficou surpreendida (chocada até!), por eu nunca lá ter ido. 

 

Claro que eu já tinha visto uma fotografia ou outra. Encostas a pique, um farol e um templo religioso meio abandonado. Mas não sabia muito mais.

 

A Joana assegurou-me que era uma das paisagens mais bonitas que conhece (Nestas coisas há que acreditar na Joana. Como avião honorário, é uma pessoa muito viajada. E por isso sabe do que fala ).

 

A ideia ficou. Mas por isto ou por aquilo foi sendo adiada. Até um destes fins-de-semana, em que o final de dia prometia ser perfeito para fotografar. Nuvens "dramáticas", daquelas a fazer prever um pôr do Sol memorável. Lembrei-me dessas conversas, e decidi ir finalmente até ao Cabo Espichel.

 

E claro, a Joana tinha razão. A paisagem é lindíssima, a Igreja de Nossa Senhora do Cabo e a Ermida da Memória dão uma aura quase mágica ao cenário, pontuado ao longe pelo farol.

 

Valeu bem a pena o desvio de duas horas, no caminho para casa. Acho que agora, são estas as minhas preferidas!  

 

Eu sei que as expectativas estavam altas, depois das fotos de Cascais... Mas parece-me que a Joana vai gostar! 

 

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Sintra - O Palácio da Pena

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E quando uma pessoa quer fotografar, e em vez de um turista ninja, há centenas?

 

Para quem não leu o meu último post, o turista ninja é uma espécie cada vez mais comum em Portugal. Aquele turista que parece que está escondido atrás de um arbusto, pronto para saltar para a frente da objectiva dos fotógrafos mais incautos.

 

Isto para dizer, que é um enorme desafio fotografar o Palácio da Pena. Assim que atravessei os portões, parecia que tinha entrado num parque de diversões, tal a quantidade impressionante de gente. Devo ter ouvido uma boa dúzia de línguas diferentes, nenhuma delas português. É bom para a economia, mau para as minhas fotos. Para onde quer que me virasse, tinha alguém a estragar o enquadramento. Ou se não tinha, assim que me preparava... lá está... aparecia um ninja. 

 

Ainda consegui algumas fotos em que só tinha uma ou duas pessoas, no sítio em que as queria. Mas foi preciso muita paciência para cada uma delas.

 

Nesta caminhada por Sintra, tinha planeado apenas ir ao Castelo dos Mouros. Mas quanto mais quilómetros percorria, maior era a vontade de continuar o passeio. Foi assim que após a descida do castelo, me vi a percorrer o curto caminho até à entrada do Palácio Nacional da Pena. Foi uma óptima decisão, apesar de tudo. Há anos que não fazia esta visita, e gostei de revisitar um dos palácios mais belos e originais do mundo. Mesmo com os ninjas e as filas que se formam para percorrer as estreitas divisões.

 

Mais tranquilo é o parque que circunda o palácio. Cheio de recantos, lagos e pequenos edifícios ao estilo romântico. Perfeito para relaxar e recarregar energias antes da caminhada de regresso...

 

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O Ninja das Oficinas Gerais

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Desde a minha primeira exploração de Alfama que esta rua me chamou à atenção. O casario simples, típico dos bairros lisboetas, é vigiado de cima pelas elegantes torres da Igreja de São Vicente de Fora. Ao longo da rua, os carris da emblemática carreira 28 cortam a calçada. Era difícil encontrar um postal turístico mais perfeito.

 

Não surpreendentemente, é uma das ruas mais fotografadas da capital. Nos últimos tempos, tenho-a visto cada vez mais vezes por essa internet fora. E por isso, decidi que mais valia despachar-me, sob pena de ser o último a tirar fotos à Rua das Oficinas Gerais.

 

Levantei-me cedo, como sempre. Quando estava perto da rua, passou um eléctrico. Azar - pensei, enquanto me preparava para esperar pelo próximo. 

 

Estava pouco movimento aquela hora. Perfeito, porque o que queria mesmo, era apanhar a entrada do 28 na rua, sem pessoas no enquadramento. Já perceberam como acaba esta história não já? 

 

Pois...

 

Meia hora passou, e ouço o chiar do eléctrico nos carris, a máquina preparada. 

 

Nem vivalma na rua... 

 

O 28 aproxima-se. Começo a apertar o disparador... 

 

Pelo canto do olho vejo um vulto... Oh não!!! 

 

Era uma senhora de alguma idade. Vê-me naqueles preparos, quase ajoelhado no meio da estrada. Tem pena de mim e pára, para me deixar tirar a foto... 

 

Ufff... 

 

Aí vem ele. Ninguém na rua! 

 

E puffffffff.

 

Materializa-se um turista. Do nada.     

 

Seria ninja? Daqueles com bombinhas de fumo? 

 

Fez rapel do telhado? Viajou no tempo? Estava escondido atrás de uma pedra solta da calçada? 

 

Tudo boas questões. Todas sem resposta. 

 

O turista ninja estragou-me a foto... Não faz mal, a luz também não estava grande coisa - pensei eu, para me animar. 

 

Parece que vou mesmo ser o último a fotografar o 28 na Rua das Oficinas Gerais. 

 

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