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O Pássaro - E Outras Fotos a Animais

Não costumo fotografar animais muitas vezes. Mas quando a oportunidade surge, dão sempre fotografias engraçadas.

 

Podem ser experiências com a minha gata, uma "sessão fotográfica" com um cão ou um esquilo que querem ser modelos, ou uma visita ao Jardim Zoológico. A verdade é que é sempre um desafio. Os animais não tendem a colaborar com os fotógrafos, mas isso é que torna mais compensador quando se consegue a fotografia que se ambicionava.

 

Desta viagem à Argentina, já aqui mostrei as visitas aos pinguins e às baleias, e o meu encontro fortuito com uma pequena manada de guanacos. E faltam os leões marinhos, que vou mostrar no próximo post.

 

Mas a minha foto preferida a um animal, das que tirei nesta viagem, foi a este pássaro. Era muito tímido, e precisei de algumas tentativas, muita paciência e um bocadinho de sorte. Depois de algumas corridas e vários voos de desespero (da parte do pássaro, mas quase podia ter sido eu, que tive de saltar um pequeno muro para o conseguir, finalmente fotografar ).

 

Digam lá que não é fotogénico?

 

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Ushuaia - O Parque Nacional da Terra do Fogo

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Entramos na última etapa da viagem à Patagónia, ao chegar à cidade mais a sul do mundo, Ushuaia.

 

A cidade nasceu como colónia prisional, e da necessidade de se fundar uma povoação nesta região remota, devido às disputas de fronteira com o Chile. Foi crescendo ao sabor dos fluxos de trabalhadores, que vinham em busca de trabalho nas industrias que se iam fixando na região. Como tal, e um pouco como é característica de muitas cidades da Patagónia, é muito desordenada, e completamente desinteressante arquitectonicamente. O que vale é que a paisagem que a rodeia não é nada desagradável à vista, e é por aí que iremos começar hoje.

 

O Parque Nacional da Terra do Fogo

 

Se esta tivesse sido a primeira paragem desta viagem à Argentina, provavelmente teria ficado bem mais impressionado. Mas depois de visitar o glaciar perito Moreno, e as paisagens assombrosas de El Chaltén... a fasquia estava demasiado alta. Mesmo assim, e ficando a perder na comparação, a paisagem mais austera da terra do fogo tem também os seus encantos.

 

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O Passeio de Canoa

 

Nunca tinha andado de canoa. Foi mais difícil, e bem mais divertido, do que esperava. Em algumas zonas, o rio era tão baixo que tínhamos de sair e empurrar o barco. Houve algumas quedas dignas de figurar nos programas de apanhados. Ou por vezes a corrente fazia-nos remar completamente descoordenados, ao ponto de andarmos a fazer piões no meio do rio. Mais uma experiência única, para juntar às outras desta viagem.

 

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Os Cavalos Selvagens

 

Já no final da visita, enquanto nos juntávamos para voltar ao autocarro, vi ao fundo uma manada de cavalos selvagens, que emergiu da vegetação, para vir pastar na planície. Corri que nem um maluco, sempre a olhar para trás, a ver senão partiam sem mim! Tirei duas ou três fotos... e corri de volta. Já estavam todos no autocarro, à minha espera! 

 

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Posts anteriores:

 

Buenos Aires - A Cidade

Buenos Aires - Ao Ritmo do Tango

Buenos Aires - Arte Urbana

Buenos Aires - Cultura

Buenos Aires - Caminito

Buenos Aires - La Bombonera

Buenos Aires - Jardim Japonês

 

El Calafate - A Cidade

El Calafate - Bicicletas e o Bar de Gelo

 

Glaciar Perito Moreno - Começa a Aventura

Glaciar Perito Moreno - A Caminhada no Glaciar

Glaciar Perito Moreno - O Miradouro

 

El Chaltén - A Cidade

El Chaltén - A Cascata Chorrillo del Salto

El Chaltén - Os Miradouros e a Ex-Objectiva

El Chaltén - Fitz Roy, Um Início Tranquilo

El Chaltén - Fitz Roy e as Marteladas nos Pés

 

Punta Tombo - Passear com os Pinguins

Punta Tombo - Guanacos

 

Puerto Madryn - As Baleias

 

 

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O Novo Cais do Sodré

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O Cais do Sodré tem cara lavada, e embora os últimos pormenores ainda estejam a ser ultimados, a intervenção trouxe uma melhoria notória. Os espaços de circulação pedonal ficaram mais amplos, há mais zonas de descanso e lazer, e até um novo quiosque, que trará certamente ainda mais vida aquela que se tem vindo a tornar uma das zonas mais "in" da cidade.

 

Só muito recentemente foram tiradas as vedações que impediam o acesso ao jardim, e assim, este Domingo, aproveitei a visita à exposição Cidade Gráfica, para fazer esta sessão fotográfica. Afinal, embora passe por lá quase todos os dias, durante a semana é mais complicado arranjar tempo.

 

Juntando esta requalificação à já realizada na Ribeira das Naus, sem dúvida que esta zona nobre da cidade ficou muito mais apetecível para um passeio de fim de semana. Só não precisam é de se levantar da cama tão cedo como eu. Mas teve de ser. Senão seria difícil ver o novo Cais do Sodré, no meio dos carros, autocarros e turistas que diariamente lá passam.

 

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MUDE Fora de Portas - Cidade Gráfica

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Já há algumas semanas que andava a ver, no Instagram, fotos deste letreiro luminoso. "RITZ". 

 

Descobri que fazia parte da exposição “Cidade Gráfica. Letreiros e reclames de Lisboa no século XX”, organizada pelo MUDE, e instalada no Convento da Trindade, já que o museu se encontra em obras.

 

Na exposição podem ser vistos letreiros comerciais e industriais, que um dia fizeram parte do imaginário dos lisboetas. Ao longo das décadas, lojas e fábricas foram fechando, e muito deste património foi sendo perdido. Aqui podem ser observados alguns dos que vão sendo salvos pelo Projeto Letreiro Galeria, bem como estudos e projectos de vários dos letreiros expostos, e fotografias da época. Foi engraçado ver como o Rossio era rodeado de enormes reclames luminosos, por exemplo.

 

A exposição já está quase a terminar, Sábado dia 18 será o último dia. Recomendo vivamente a visita, que permite ver com outros olhos uma Lisboa que vai desaparecendo quase sem darmos por isso.

 

Podem ler mais sobre esta exposição aqui.

 

25 Nov. 2016 > 18 Mar. 2017

Local: Convento da Trindade (Rua Nova da Tiindade Nº20)

Horário:Terça a domingo, 10h às 18h

Programa MUDE FORA DE PORTAS 2016

Curadoria

Rita Múrias e Paulo Barata

Design Expositivo

Raquel Santos

Design Gráfico

Paula Guimarães

Exposição em colaboração com o Projeto Letreiro Galeria

 

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A Minha Foto Favorita

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Esta é a minha foto preferida.

 

Não é uma paisagem ao nascer do Sol, nem um edifício futurista. É mesmo um retrato. Eu que nem gosto de fotografar pessoas. 

 

E no entanto, é mesmo esta a minha preferida. E foi completamente por acaso. Andava a passear pela Gulbenkian, e duas crianças, que por lá andavam a brincar, começaram a fazer pose, mal viram a máquina fotográfica.

 

A luz estava espectacular, o cenário perfeito. Até os pombos completaram a cena. Isso e o balão da patilha elástica da rapariga. E tirei uma foto que raramente tiraria. Às vezes é assim. O acaso conspira e tudo resulta na perfeição.. Às vezes... e este foi um desses dias.

 

Já a tinha publicado, há uns anos, mas apaguei-a logo a seguir. Publicar fotos de pessoas é um tema sensível. De crianças mais ainda. Mas entretanto, como quem não quer a coisa, já passaram mais de cinco anos. Por isso aqui fica. A minha foto favorita.

 

 

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