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João Freitas Farinha - Fotografia

João Freitas Farinha - Fotografia

Apareceu-me um Pokémon em casa!

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Decidi experimentar o Pokémon Go, já que não se fala de outra coisa. Mal abri o jogo, apareceu-me este pokémon, que não me lembro de ver na série de animação. Talvez seja raro?

 

Deu também para perceber que não sou grande coisa como treinador de pokémons, porque por mais que tente atirar-lhe com a pokébola, não a consigo apanhar.

 

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Como parece que vai ficar por cá, chamei-a de Haruki, como o escritor japonês, embora ela seja uma gata. E não se deixem enganar por este ar adorável. O plano dela para se tornar dona e senhora desta casa já está em marcha.

 

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A propósito...

Não tenho fotos da selecção, pelo que, à falta de melhor, publico estas, já de há alguns anos. E já que a Torre Eiffel não foi iluminada com as cores de Portugal, as fotos ficam a preto e branco. A propósito e de propósito...

 

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Momentos Marcantes

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Quem segue este blog, já percebeu que a arquitectura e paisagem urbana são de longe meus motivos preferidos para fotografar. Mas embora raramente isso se perceba pelo que publico aqui no blog, também gosto de sair dessa zona de conforto. Às vezes porque decido experimentar alguma coisa diferente, outras porque os meus amigos, quem sabe senão possuidos por algum tipo de loucura, ou demasiado confiantes nas minhas capacidades de fotógrafo, me pedem para captar momentos marcantes nas suas vidas.

 

Foi o caso deste casal meu amigo, que me pediu para fazer uma sessão fotográfica para os seus convites de casamento. Mais do que sentir responsabilidade, é sempre um grande orgulho poder participar num momento tão importante na vida de alguém de quem gostamos. 

 

Nestes casos, a preocupação é sempre fazer algo que reflita a personalidade de quem está a ser fotografado. Tem de ser o fotógrafo a conseguir captar o que as pessoas são, sem forçar um estilo que não se enquadre. 

 

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Neste caso, a sessão ocorreu em dois dias diferentes, como se percebe pela diferença na luz. As preocupações, essas, foram as mesmas em ambos. Captar a cumplicidade existente, escolher planos de fundo simples, sem elementos que desviassem demasiado a atenção.

 

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Carrasqueira

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O porto palafítico da carrasqueira, junto à pequena povoação piscatória do mesmo nome, foi construído para permitir aos pescadores chegarem aos seus barcos durante a maré baixa, uma vez que as margens pouco elevadas e o lodo dificultam o acesso ao rio. O cais em madeira ziguezagueia pelo rio adentro, num engenhoso emanharado de passadiços. 

 

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Embora não o tenha feito nesta visita, vale a pena ficar para o por do Sol. Quando o Sol pinta as tábuas de laranja fogo, antes de se despedir entre as águas do Sado e a serra da Arrábida.

 

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O acesso ao porto pode ser feito de carro, embora no inverno o mau tempo possa condicionar o acesso, que apartir da povoação é estreito e de terra batida.

 

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Até à carrasqueira, a viagem pode ser feita desde Tróia, apanhando o ferry em Setúbal (15€, mais 4€ por passageiro adicional), ou por terra, vindo do Sul, por Alcácer do Sal.

 

Arte Urbana em Alcântara

Não foi há muito tempo que esta passagem subterrânea, que permite o acesso à estação de comboios de Alcântara, era um sítio escuro, sujo e mal cheiroso. Assim a meio caminho entre um cenário de guerra e a casa de banho do filme Trainspotting.

 

Isso mudou, felizmente, em 2013, quando a Associação Portuguesa de Arte Urbana, com a ajuda de 400 voluntários, se encarregou de dar um novo ar a este túnel. Vários artistas juntaram-se ao movimento, sem custos para a Câmara de Lisboa, e completaram a decoração com as suas obras de arte, que complementam as paisagens de Lisboa pintadas nas paredes.

 

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Ainda na onda da arte urbana, aproveitei também para passar pelo Lx Factory, lá bem perto, onde existem também obras que merecem uma visita.

 

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O Zoo a Preto e Branco - Brincar com a edição

Tipicamente quando trabalho as minhas fotos, no Adobe Lightroom, o meu objectivo é fazer uma edição o mais invisível possível, de modo a suportar, e não trair, a realidade daquilo que estava à frente da objectiva. Mas de vez em quando, tem piada brincar um bocadinho, e fazer algumas experiências na edição.

 

Neste caso, partindo de algumas fotos que tirei o ano passado no Jardim Zoológico, utilizei as ferramentas de edição local, para dar um maior destaque aos elementos que me chamavam à atenção, aumentando a exposição e detalhe nessa zona, e escurecendo todo o resto da foto. O resultado são imagens bem mais processadas do que costumo fazer, mas que acabei por decidir partilhar.

 

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Fotografar em Viagem

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Tirar fotos em viagem é complicado. Uma das grandes dificuldades é que ninguém tem paciência para aguentar os caprichos de um fotógrafo. Ninguém quer ficar meia hora parado, à espera que passe uma pessoa com um casaco de uma certa cor, naquele sítio exacto. Ou parar 10 vezes na mesma rua, porque a luz está espéctacular. E eu claro, também não quero ser um mau companheiro de viagem!

 

Além disso, quando viajamos para algum destino, raramente fomos os únicos que nos lembrámos de o fazer. E sobretudo em zonas urbanas, os melhores locais para fotografar são também os mais procurados pelos turistas.

 

Muitas vezes, acaba por me acontecer andar a escolher ângulos menos ortodoxos. O que pode ser muito giro e criativo, mas normalmente significa apenas que fico com uma versão menos interessante do que estou a tentar fotografar. Por exemplo, acabo muitas vezes a fotografar a fachada de um edifício, sem qualquer contexto de onde está inserido, só para não apanhar as dezenas de pessoas que passam junto a ele.

 

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Mas são também essas experiências que acabam por levar às fotos mais conseguidas. Tentar fotografar pormenores, ou mudar a perspectiva para outra que não a dos nossos olhos, acaba, às vezes, por compensar.

 

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O lugar-comum que é a Bica

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A Rua da Bica de Duarte Belo é muito provavelmente a rua mais fotografada de Lisboa. 

 

Além de ser uma rua típica desta zona da zona histórica, é percorrida pelo Elevador da Bica, inaugurado em finais do século 19 e Monumento Nacional, o que torna esta perspectiva da primeira foto um verdadeiro postal da cidade.

 

Ou seja, estas fotos de originalidade têm zero. Mas os lugares-comuns têm muitas vezes uma boa razão para existir, são lugares que merecem uma foto.

 

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