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João Freitas Farinha - Fotografia

João Freitas Farinha - Fotografia

Arrábida

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Este último fim de semana, aproveitei estar na "minha" Setúbal para dar uma volta pela serra da Arrábida. Há anos que não ia a um dos meus sítios preferidos, este miradouro, meio escondido pela vegetação, de onde se tem uma vista fantástica, desde a cidade e Tróia, até ao Portinho da Arrábida. 

 

Demorei-me por lá. É fácil demorarmo-nos em sítios assim. Até tinha levado a máquina fotográfica, mas nem saiu do carro.

 

A foto acima, tirei com o telemóvel, antes de voltar à civilização, só para registar o momento... Por isso deixo aqui três outras fotografias, tiradas já há alguns anos.

 

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Se não contarem a mais ninguém, eu digo onde fica.

 

É aqui.

A Carrasqueira a Preto e Branco

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Já tinha aqui colocado algumas fotos da minha visita à Carrasqueira, neste verão, bem como do cão que lá me recebeu.

 

Frequentemente gosto de voltar a algumas fotos mais antigas, só para experimentar outro tipo de edição, ou redescobrir alguma que me tenha passado despercebida. Neste caso, dei por mim a passar para preto e branco algumas delas, e gostei do resultado. Uma ou outra, das de hoje, é repetida, mas a maior parte ainda não tinha publicado aqui.

 

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O mundo todo numa cidade

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Visitar Nova Iorque é diferente de visitar qualquer outra cidade do mundo. Claro que todas as cidades têm as suas particularidades, mas neste caso é mais que isso. Esta é uma cidade que todos já conhecemos.

 

Pelo menos numa versão idealizada, todos visitámos Nova Iorque, em inúmeros filmes e séries de televisão. Afinal, o Empire State Building é o último refúgio de King Kong, o enquadramento da ponte de Manhattan, de Era uma vez no Oeste deve ser a cena mais conhecida de um filme que quase ninguém viu, e ninguém conseguirá contar quantos casais se reconciliaram em Central Park. É a cidade onde Harry conheceu Sally, que invasores extra-terrestres destruiram dezenas de vezes, ou em que um miúdo que ficou Sozinho em Casa se perdeu.

 

E mesmo assim, Nova Iorque  consegue superar todas as expectativas. Conhecer uma cidade é andar pelas suas ruas, falar com quem lá vive, comer a sua comida. Sim, visitar todos aqueles sítios, que já vimos centenas de vezes, tem o seu lado mágico, quase surreal. Mas a cidade que nunca dorme tem uma energia muito própria, electrizante. A arquitectura, a oferta cultural e artística, a vida nas ruas, é tudo em grande. É tudo numa escala que nos faz sentir pequenos, mas ao mesmo tempo, que pertencemos ali.

 

Visitar Nova Iorque não é como visitar qualquer outra cidade do mundo. Porque Nova Iorque tem o mundo todo dentro de si.

 

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Amanhecer em Cascais

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Quando decidi ir a Cascais, há umas semanas atrás, fiz uma pesquisa rápida, para ver sítios engraçados para fotografar. Já sabia que a Casa das Histórias Paula Rego seria um deles, mas o resto estava em aberto.

 

Provavelmente, qualquer pessoa que conheça Cascais será capaz de adivinhar o sítio que escolhi. Já eu, na minha recém revelada ignorância, tenho de admitir, com alguma vergonha, que não conhecia o Farol de Santa Marta, ou a Casa de Santa Maria, mesmo junto ao centro da vila.

 

Apostado em corrigir essa lacuna, ou talvez como uma espécie de penitência, acordei de madrugada para apanhar a primeira luz da manhã. Afinal se me ia redimir, tinha de fazer a coisa como um verdadeiro fotógrafo de paisagem. E mais uma vez a maré baixa ajudou, pelo que pude fotografar a partir da praia de Santa Marta (quando consegui descobrir o caminho para lá chegar ).

 

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O Farol de Santa Marta e a Casa de Santa Maria, estão abertos ao público, com espaços museológicos que podem ser visitados todos os dias (excepto à segunda-feira).

 

A árvore teimosa

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Um dos meus sítios preferidos em Setúbal, é esta pequena praia, junto ao Parque Urbano de Albarquel. Só com a maré baixa é revelado este segredo (um segredo muito mal guardado entre os Setubalenses), sendo possível percorrê-la a pé.

 

Um dos pormenores que dão ainda mais graça a esta paisagem, é a pequena árvore que, teimosa, decidiu desafiar a natureza, e ignorando as marés, escolheu crescer nesta varanda sobre o Sado. E quem a pode levar a mal? Afinal, esta é uma das mais belas vistas da região.

 

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A minha história na Casa das Histórias

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Desde que foi inaugurada, já em 2009, que queria ir fotografar a Casa das Histórias Paula Rego. Afinal gosto imenso de de arquitectura, e não há assim tantos edifícios desenhados por um prémio Pritzker nas redondezas. Entretanto passaram sete anos, em que fui adiando a visita. Até que há uns dias, resolvi finalmente ir até Cascais..

 

Boa ideia, mau planeamento. Nem me passou pela cabeça que o museu pudesse ser vedado, pelo que quando lá cheguei, me deparei com um muro, e portões fechados. Era por ainda ser cedo - pensei eu - Vou ter de esperar que abram. E depois lembrei-me. Era uma segunda-feira. Os museus estão fechados.

 

A minha sorte foi os muros não serem altos. Pelo que, com recurso a algumas posições mais ou menos ridículas, pelo menos a avaliar pelos olhares divertidos que me lançavam algumas das pessoas que passavam, ainda consegui tirar algumas fotos. Algo limitadas nos enquadramentos, portanto, mas até fiquei satisfeito, dadas as circunstâncias.

 

Terei de lá voltar noutro dia, para tirar mais fotografias e, claro está, visitar a exposição.

 

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A Casa das Histórias Paula Rego, desenhada por Eduardo Souto Moura, acolhe uma exposição das obras da pintora Paula Rego, e outras exposições temporárias.

 

Encontra-se aberta de terça a domingo, das 10h às 18h (vou ter de anotar isto, para ver se não me esqueço...)

Viena

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Para terminar a viagem pela Áustria, nada como visitar a antiga capital do império Austro-Húngaro, Viena.

 

Vou ser sincero, e se calhar um pouco injusto. Fiquei algo desiludido com a cidade. Viena tem os seus edifícios e monumentos de grande riqueza arquitectónica, sem dúvida, mas talvez não tantos como pensei. Pode ser por ter vindo de Praga, uma das cidades com maior riqueza patrimonial do mundo. Se calhar não existem muitas cidades que pareçam bonitas logo depois de visitar a capital da República Checa. Além disso notam-se, mais do que pensava, os efeitos da tomada soviética da cidade ao regime Nazi, no final da Segunda Guerra Mundial. Mesmo no centro histórico, são vários os edifícos austeros e sem grande interesse, que nasceram onde os bombardeamentos russos deixaram destroços e ruinas.

 

Viena tem, no entanto, palácios monumentais, catedrais lindíssimas e museus fabulosos. Embora possa ter parecido demasiado negativo, que não fiquem dúvidas que é uma cidade que merece mesmo uma visita. Sobretudo com mais tempo, para aproveitar a grande oferta cultural que oferece. Só não vão a Praga primeiro.

 

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Um Tesouro Esquecido em Lisboa

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Ontem fiz o elogio à Tapada das Necessidades, para hoje deixei as coisas menos boas. Se o grande relvado, e os vários caminhos e espaços verdes da tapada se encontram bem cuidados, o mesmo não se pode dizer do seu património histórico. O atelier de pintura da Rainha D. Amélia, conhecido como Casa do Regalo, parece ter sido recuperado recentemente, e isso é um bom sinal, mas é quase caso único (apesar da estátua decapitada à entrada). 

 

A estufa impressiona à primeira vista, mas um olhar mais atento revela vários vidros partidos. Existem muros com enormes fendas, sujos com graffittis e a precisar de pinturas. Podem-se ver, em vários sítos, vasos de pedra partidos ou desmontados no chão, e fontes que em vez de água têm folhas e pedras.

 

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Existe ainda um antigo Jardim Zoológico, que nem tinha mencionado ontem. Mandado contruir por D. Fernando II, para os princípes D. Luís e D. Pedro, é classificado, pela Câmara de Lisboa, como Imóvel de Interesse Público, mas encontra-se num estado de conservação que deixa muito a desejar.

 

São seis pequenos edifícios, rodeados por gradeamentos de ferro, outora ocupados por aves raras, macacos e outros animais. Segundo notícias de 2011 o espaço ia ser recuperado brevemente, dando origem a um restaurante e um pequeno espaço de exposição sobre a rica história da Tapada das Necessidades. No entanto, até agora, só a vegetação parece ter tomando conta daquele lugar.

 

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